Notícias

Mais uma grave acusação que recai sobre o governo Lula

Exclusivo: entrevista completa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da  Silva da prisão
Reprodução

 

Funcionários da estatal Empresa Brasil de Comunicação (EBC) denunciaram alegadas práticas de censura dentro da Agência Brasil. As acusações giram em torno da cobertura da licitação milionária da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), recentemente suspensa pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sob suspeita de fraude.

O edital  tornou-se alvo de especulação após o site O Antagonista antecipar os vencedores da licitação antes mesmo do anúncio oficial. A suspeita de fraude e a subsequente ordem do TCU para suspender o processo pautou os noticiários de todo o país, exceto na Agência Brasil, que é um órgão público de comunicação.

Servidores da EBC, então, procuraram o jornal O Globo para denunciar que foram orientados a não cobrir o caso na Agência Brasil. Aorientação teria vindo de superiores dentro da agência, o que coloca em cheque a independência editorial da entidade.

Até o momento, a EBC não se manifestou oficialmente sobre as acusações de censura.

Deu no Conexão Política

Notícias

Com R$ 8,6 bi em uma semana, Lula bate recorde de pagamento de emendas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) bateu recorde no pagamento de emendas parlamentares ao orçamento, já que nunca foram liberadas tantas em uma só semana. Nos primeiros sete de dias de julho deste ano, foram pagos mais de R$ 8,6 bilhões, volume inédito até então.

No início do mês, o Executivo cumpriu acordo com o Congresso Nacional ao acelerar os pagamentos dos recursos indicados pelos parlamentares. A iniciativa interessa aos parlamentares, pois abastece os redutos eleitorais antes do período vedado pela legislação eleitoral.

No período, o dia que mais acumulou pagamentos foi 3 de julho, quando o governo Lula realizou o pagamento de R$ 4,2 bilhões em transferências especiais, as conhecidas “emendas Pix”. Os valores são repassados aos caixas dos estados e prefeituras, sem a necessidade de formalização prévia de convênios, apresentação de projetos ou aval técnico do governo federal.

Deu no Metrópoles

Notícias

Assessoria contradiz Lula sobre relógio Piaget de R$80 mil

Foto: Ricardo Stuckert

 

A assessoria de imprensa do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, resolveu se pronunciar diante da polêmica do relógio Piaget de R$ 80 mil que está sob posse do petista.

Diante das pressões por esclarecimento a respeito da origem do presente e a diferença de tratamento da pela Polícia Federal sobre o item em questão e as joias sauditas dadas ao ex-presidente, Jair Bolsonaro, o Planalto diz que o relógio não foi recebido como presente durante os dois primeiros mandatos presidenciais do petista.

O problema é que essa declaração contradiz a versão do próprio Lula a parlamentares: o acessório de luxo foi recebido durante o exercício do seu primeiro governo, em março de 2022.

A assessoria de Lula não revelou quando ele obteve o relógio nem quem foi o doador. Eles afirmaram que “tudo que o presidente recebeu na Presidência está catalogado conforme a legislação”.

No início de 2022, um relógio Piaget chamou atenção quando Lula o usou em um evento do centenário do PCdoB. Apenas agora, a equipe de Lula fornece uma explicação oficial sobre a origem desse item. Entre as declarações de Lula sobre presentes recebidos, também está um Cartier Santos Dumont, avaliado em R$ 60 mil.

Em julho de 2023, durante uma transmissão ao vivo, Lula afirmou que ganhou o Cartier em 2005 do então presidente francês Jacques Chirac. “Você sabe que esse relógio ficou perdido por 18 anos? Eu não sabia onde estava. Agora, que eu fui mudar, fui abrir a gaveta, e ele estava lá”, disse Lula.

Em 2016, o Tribunal de Contas da União (TCU) auditou o Cartier e o registrou como um presente da fabricante, e não de Chirac. Confusões sobre as características e origens dos dois relógios são frequentes nos debates sobre a incorporação de presentes ao acervo privado dos presidentes.

Bolsonaro argumenta que a União não exigiu a devolução dos relógios de Lula, sugerindo uma perseguição e ‘dois pesos, duas medidas’ no caso das joias.

A equipe de Lula afirma que o Piaget não tem relação com a Presidência. A situação do Cartier será analisada pelo TCU em agosto. Em 2016, o TCU ordenou a devolução de mais de 500 presentes incorporados ao patrimônio privado de Lula, exceto itens personalíssimos ou de consumo próprio. O Cartier, no entanto, não foi devolvido. Em 2023, a área técnica do TCU decidiu que Lula não precisa devolver o Cartier, pois o acórdão foi cumprido e não pode ser aplicado retroativamente. A área técnica reforçou que a incorporação de presentes de luxo é imoral.

Deu no Diário do Poder

Notícias

Âmbar, dos irmãos Batista, formula plano para assumir empresa beneficiada por Medida Provisória de Lula

Foto: Iara Morselli e Marina Malheiros/Divulgação CNN Brasil

 

A Âmbar, empresa do conglomerado J&F (dos irmãos Joesley e Wesley Batista), apresentou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um plano estratégico para assumir o controle da Amazonas Energia. O movimento é observado após a publicação de uma MP (medida provisória) que favorece tanto a distribuidora do estado como outra operação do grupo da família.

A MP, publicada no mês passado, transferiu a conta a ser paga pela Amazonas pela energia fornecida por termelétricas locais (que também foram compradas recentemente pela Âmbar) ao conjunto dos consumidores de todo o país. Além disso, promoveu flexibilização das obrigações contratuais da Amazonas e facilitou a própria transferência de controle da empresa.

Representantes das parte privadas envolvidas afirmam que o documento apresentado ainda não significa uma operação de compra. Segundo eles, caso a Aneel libere a transferência deve haver uma análise final dos executivos para que a transferência seja efetivada.

A Âmbar também comprou recentemente um conjunto de termelétricas no Amazonas, quatro dias antes de o governo alterar as regras do mercado local por meio da MP.

De acordo com especialistas, a MP era esperada para resolver o problema da distribuidora local e evitar um colapso no fornecimento de energia no estado. Mas, ao mesmo tempo, abriu caminho para que contratos de compra de energia térmica dos ativos comprados pela J&F passassem a ser totalmente bancados pelo conjunto dos consumidores do Sistema Interligado Nacional.

A MP tem duas grandes partes. Uma delas é voltada à Amazonas Energia, concessionária de distribuição do estado que compra ao menos parte da energia das termelétricas. O texto flexibiliza uma série de condições para garantir a viabilidade econômica do contrato.

Nessa seção, o texto ainda permite ainda a transferência do controle societário como alternativa à extinção da concessão. Uma iniciativa desse tipo era vista como necessária pelo setor devido à situação da empresa e das condições de mercado no estado, sujeito a entraves como um elevado patamar de furto de energia.

Uma segunda seção da MP abre caminho para a conversão dos contratos de termelétricas nos chamados contratos de energia de reserva –o que permite uma reengenharia nos pagamentos.

Deu no Folhapress

Notícias

Aulas de tabuada fazem falta à equipe de Haddad

Reprodução

 

Antes de fazer sua turma aprender Economia, Fernando Haddad (Fazenda) deveria ordenar que aprendessem tabuada, após admitirem um “pequeno” erro na conta mentirosa de que somariam mais de R$22 bilhões a perda de receita provocada pela desoneração da folha de pagamento dos 17 setores que mais empregam pessoas. Reconhece agora que a suposta “perda” somaria R$4 bilhões a menos. A política econômica é tocada por pessoas que, tudo indica, não sabem aritmética.

Economia não é o forte nem mesmo do próprio Haddad, que confessou nada entender do assunto e que até colava dos colegas nas provas.

A cobrança de imposto de 20% sobre a folha de pagamentos pune o empresário que gera empregos e assina carteiras de trabalho.

O projeto da reoneração, que deve suprimir postos de trabalho, prevê a volta do imposto reescalonado de 5% a 20% entre 2025 e 2028.

A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Notícias

Pimenta não consegue reconstruir nem seu cartaz

Reprodução

 

Ministro da “reconstrução” em campanha para o governo do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta encerra a semana mais distante de reassumir a Secretaria de Comunicação Social de Lula. O cargo foi inventado por Lula para, de quebra, se livrar de Pimenta, cujo desempenho desagrada na Secom. No Planalto, é quase consenso que a melhora na avaliação de Lula, captada em pesquisas, esta semana, se deve mais ao afastamento de Pimenta da Secom do que ao desempenho do governo.

Lula percebeu melhora na Secom sem Pimenta, com destaque nas redes sociais, cabresto na imprensa amiga e agilidade nas demandas.

O governo também não quer contratar uma crise com o retorno de Pimenta: o escandaloso contrato de R$200 milhões suspenso pelo TCU.

Laércio Portela, substituto de Pimenta na Secom, dificilmente ficará no posto até o fim do governo. Falta-lhe traquejo político.

A primeira-dama Janja, que dá palpites no governo, deseja que Brunna Rosa, secretária de Estratégias e Redes, assuma a Secom.

Deu no Diário do Poder

Notícias

Lula diz que não há provas de corrupção na Copa de 2014 ou Olimpíadas de 2016

Lula afirma que não foi comprovada corrupção nas obras dos estádios da Copa  de 2014
Reprodução

 

Negacionismo? Nesta quinta-feira (11), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu os atletas brasileiros que participarão das Olimpíadas de Paris em 2024. Em seu discurso, lembrou de eventos esportivos que o Brasil sediou, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, e defendeu que não há provas de corrupção nas obras realizadas para esses torneios.

Os estádios, arenas esportivas e infraestruturas necessárias foram construídos para os eventos mencionados, mas muitas dessas obras enfrentaram processos na Justiça devido a denúncias de corrupção envolvendo o poder público e as empreiteiras.

Ao se dirigir aos atletas, o mandatário disse se emocionar ao recordar a escolha do Brasil como sede desses eventos internacionais, realizada, segundo ele, em um período turbulento da política nacional.

“Eu lembro da quantidade de denúncia de corrupção na Copa do Mundo. Eu lembro da quantidade de denúncia de corrupção sem ninguém nunca provar. Nunca se provou que houve corrupção nos estádios brasileiros. Nunca se provou que houve corrupção em qualquer esporte olímpico do Brasil. Nunca. Mas era o que a gente ouvia todo santo dia”, disse o petista.

A Copa do Mundo de 2014 ocorreu durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff, do mesmo partido de Lula. Naquele ano, iniciou-se a Operação Lava Jato, que investigou suspeitas de corrupção em várias obras do governo federal, incluindo a construção dos estádios da Copa do Mundo.

A Lava Jato também investigou a realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016, que aconteceram sob a presidência de Michel Temer, em meio ao processo de impeachment de Dilma. Lula mencionou sua frustração por não ter sido convidado para a abertura dos Jogos Olímpicos.

“Só para você ter ideia como eu sou azarado. Eu fui o cara que trouxe a Copa do Mundo para cá e não pude assistir à Copa do Mundo. E fui o companheiro que trouxe as Olimpíadas para cá e também não fui convidado para ir para a abertura das Olimpíadas. Eu fiquei frustrado depois de tanta emoção, de tanta alegria pelo fato de você ter outras pessoas governando o país, pessoas que não tinham a cabeça civilizada, ou seja, eu não vi a abertura das Olimpíadas”, finalizou.

Deu no Conexão Política
Notícias

Oposição derrota governo Lula e consegue incluir carnes na cesta básica com imposto zero

Sinalizando ameaças, Lula garante reeleição em 2026, mas faz ressalvas
Reprodução

 

Opositores do governo Lula conseguiram mais uma vitória nesta quarta-feira (11) e conseguiram incluir carnes no rol de alimentos com 100% de isenção na regulamentação da reforma tributária.

Graças ao bloco anti-Lula na Câmara, devem entrar na lista as proteínas bovinas, de peixes e de suínos. O destaque foi apresentado pelo Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, que propôs alíquota zero para os alimentos. O Ministério da Fazenda, liderado pelo ministro Fernando Haddad, atuou para barrar a determinação, mas acabou sem êxito.

Os congressistas da oposição comemoraram e discursaram enaltecendo desoneração, frisando que foi conquista do PL, resultando no recuo forçado dos governistas quando notaram que destaque passaria de qualquer maneira.

Logo após a aprovação do texto, aliados do presidente Lula foram às redes sociais para dizer que a conquista, na verdade, veio da base do líder petista. Na rede social X/Twitter, rapidamente uma Nota da Comunidade passou a ser exibida desmentindo a narrativa levantada pela esquerda e extrema esquerda.

Os representantes do agronegócio na Câmara foram favoráveis a alíquota zero nas carnes e comemoram. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) comemorou a aprovação do destaque.

“Uma vitória para a Câmara dos Deputados que, por meio do esforço conjunto das frentes parlamentares e representantes da sociedade civil, conseguiu buscar consenso e traduzir a vontade do contribuinte na regulamentação da reforma tributária”, externou a frente em comunicado.

Deu no Conexão Política

Notícias

PGR é contra incluir petistas em inquérito de milícias digitais

Foto: Andressa Anholete/SCO/STF

 

O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet Branco, se manifestou contra o pedido para incluir petistas e influencers no inquérito que investiga a atuação de milícias digitais no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF). A solicitação foi feita por deputados de oposição a Lula (PT), que alegaram a existência de uma “organização criminosa instalada na estrutura da Presidência da República, voltada a promover desinformação e atacar opositores do atual governo”.

Esse entendimento, no entanto, não foi sustentado por provas razoáveis, segundo o PGR. A representação no órgão é dos deputados federais Filipe Barros (PL-PR) e Bia Kicis (PL-DF), contra figuras da base do governo, como Paulo Pimenta, atual titular da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Laércio Portela, secretário de Comunicação Social da Presidência da República, e Jilmar Tatto, deputado federal e secretário nacional de Comunicação do PT.

Os parlamentares afirmaram que a suposta organização criminosa seria composta por servidores da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, integrantes da equipe de comunicação do PT, funcionários do Instituto Lula, agências de comunicação prestadoras de serviços ao partido, representantes das lideranças do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, além de influenciadores digitais.

Entre os influencers, Thiago dos Reis Pereira foi citado pela representação da oposição.

O indeferimento do pedido pela PGR cita, no entanto, que a realização de reuniões diárias para alinhamento da comunicação do governo federal, procedimento apontado pelos parlamentares como modus operandi da organização, “é compatível com a rotina ordinária de trabalho de uma pasta dedicada à comunicação social do governo, como é a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República”.

“A representação sob análise não aponta fato minimamente individualizado que justifique a adoção de providências penais”, escreve Gonet. Ele também ressalta que a suposta divulgação e propagação de conteúdos depreciativos, ofensivos e falsos contra quem é contra o governo Lula “não está minimamente demonstrada”.

Fonte: Metrópoles

Notícias

Suspeita de fraude faz TCU suspender licitação de R$200 milhões da propaganda de Lula

Foto: Valter Campanato/ABr.

 

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz suspendeu a licitação de quase R$200 milhões da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República.

A Secom, ainda sob comando do ministro Paulo Pimenta, hoje ministro extraordinário para Reconstrução do Rio Grande do Sul, pretendia desembolsar o valor astronômico na contratação de quatro empresas para atuar na comunicação digital do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal (Sicom).

Antes do resultado sair, em mensagem cifrada na rede social X (antigo Twitter), o site O Antagonista revelou quais seriam as empresas vencedoras.

Cedraz viu indícios de fraude no edital e, em medida liminar, suspendeu a contratação. A decisão deverá ser levada ao plenário da corte de contas.

“Revestem-se de extrema gravidade e demandam atuação imediata”, diz trecho da decisão que suspendeu o certame e determinar que a Secom explique o caso em prazo de 15 dias após a intimação.

Ao portal G1, a Secom afirmou que não foi notificada da decisão.

“A Secom esclarece que não foi notificada sobre a representação do MPTCU e, portanto, a Advocacia-Geral da União (AGU) não teve a oportunidade de se manifestar previamente à decisão cautelar. Aguardarmos a notificação do Tribunal para, junto com a AGU, tomarmos as providências cabíveis”.

Deu no Diário do Poder