Saúde

Secretário do RN desabafa após não conseguir cancelar plano de saúde de filho falecido

 

O secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte, Aldemir Freire, foi às redes sociais nesta quarta-feira (10) para criticar a postura da operadora do plano de saúde de sua família devido à burocracia para o cancelamento do plano em nome de seu filho, que faleceu recentemente. Segundo Freire, a Unimed Natal se mostrou insensível ao luto da família e manteve as cobranças indevidas.

No relato publicado no Twitter, Aldemir Freire disse que solicitou, “com o coração em pedaços”, exclusão do filho do plano de saúde. Ele havia falecido 5 dias antes. Segundo Aldemir Freire, contudo, ele teve que ouvir, “aos prantos, longo texto, pasmem, sobre a impossibilidade contratual de reverter tal exclusão”.

“Como se não bastasse a insensibilidade da @unimednatal naquele momento, hoje descubro que a fatura veio sem a exclusão. Tive que reunir forças que não tenho para ligar novamente para a empresa. Fui surpreendido com a informação que a exclusão não foi feita porque nesses casos tem que ser por e-mail”, postou Aldemir Freire. “Ora, em momento nenhum na outra ligação, com duração de mais de 11 minutos, eu tendo informado que meu filho tinha ido a óbito, a @unimednatal falou nesse canal por email. A empresa não tem dimensão do que é submeter um pai a essa dolorosa tarefa”, postou.

Ainda no relato, Aldemir Freire voltou a falar sobre o sofrimento com a burocracia e dificuldades para fazer o cancelamento de uma pessoa que estava morta. “Cada ligação ou email que a @unimednatal me obriga a fazer para tratar desse assunto é como se eu estivesse revivendo novamente a morte do meu filho. Me desculpem utilizar o Twitter para isso. Mas isso me fez desmoronar”, disse o secretário.

Em contato com a reportagem da Tribuna do Norte, a Unimed Natal informou que a Central de Atendimento ao Cliente está, neste momento, em contato com Aldemir Freire para resolver a demanda. De acordo com a assessoria de comunicação, a operadora teve “alguns contratempos nesse fluxo porque a exclusão de dependentes não é realizada por telefone, somente a exclusão total do plano”.

“A alternativa de realizar o procedimento pelo e-mail visa proporcionar maior comodidade ao cliente para que não precise se deslocar. A fatura do plano de saúde dele já está sendo reenviada com a exclusão do dependente a partir da data do óbito. A Unimed Natal lamenta o transtorno, se solidariza com a família em sua perda e está providenciando os ajustes necessários para que não volte a ocorrer”, disse a Unimed através de nota.

Deu na Tribuna do Norte

Saúde

Sesap alerta para nova modalidade praticada por criminosos em hospitais do RN

 

Um novo golpe tem atingido familiares e pessoas próximas a pacientes internados em hospitais no Rio Grande do Norte.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu uma orientação à população para informar que os profissionais da rede pública não fazem nenhum tipo de ligação pedindo transferências bancárias para custear ou subsidiar tratamento ou procedimento em hipótese alguma.

A pasta reconheceu a prática e disse que já há denúncias de que o golpe está se espalhando para outras unidades, como o Hospital do Coração e Santa Casa.

“Existem relatos de haveria um golpe feito por telefone, impetrado por meliantes, oferecendo exames para familiares de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nos hospitais, inclusive na rede privada”, diz em nota.

Sobre a possibilidade de um funcionário interno estar intermediando o golpe ao repassar informações particulares dos pacientes, a Secretaria disse que pode abrir uma sindicância em caso de denúncia formal.

Por meio da Sesap, a diretoria do hospital disse que “o mais comum é o golpista se apropriar de informações, com pessoas próximas, familiares, vizinhos, conhecidos, que sabem que a pessoa está na UTI e acabam comentando a respeito sem saberem que tais informações serão usadas por golpistas”.

Deu na 96 FM

Saúde

RN não alcança as metas de cobertura vacinal infantil de nenhuma vacina de rotina desde 2018

 

Desde o ano de 2018, o Rio Grande do Norte não alcança a meta de cobertura vacinal preconizada pelo Ministério da Saúde para nenhuma das vacinas de rotina indicadas para as crianças de até um ano de idade.

Dados da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap/RN) analisados pelo Instituto Santos Dumont (ISD) revelam que a cobertura vacinal infantil do Estado tem apresentado tendência de queda desde antes da pandemia, o que preocupa especialistas da área de saúde diante da possibilidade de retorno de doenças já consideradas erradicadas, como a poliomielite, como relata a preceptora infectologista do ISD, Carolina Damásio.

“A recusa na vacinação tem sido associada a surtos de varicela, doença pneumocócica, sarampo e coqueluche. Recentemente, estamos acompanhando relatos de volta de doenças controladas há vários anos, como a poliomielite”, afirma Damásio.

De acordo com os dados da Sesap, das 11 vacinas que constam no calendário infantil até 1 ano de vida, apenas as de BCG e Hepatite B atingiram as metas preconizadas de 90% no ano de 2018. Após esse ano, nenhuma das vacinas obrigatórias atingiu os percentuais indicados pelo Ministério da Saúde, que variam de 90% a 95%.

Assim como outros países do continente Americano, o Brasil foi certificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como livre da poliomielite no ano de 1994. No entanto, a doença, também chamada de pólio ou paralisia infantil, corre o risco de ser reintroduzida no país.

A poliomielite é uma doença contagiosa causada por um vírus, que pode infectar crianças e adultos e levar à paralisia dos membros inferiores nos casos mais graves. A única forma de prevenção é a vacina, obrigatória para todas as crianças menores de 5 anos. Entretanto, a cobertura da vacina da pólio apresentou uma das menores taxas de cobertura ao longo dos últimos anos no RN, incapaz de alcançar mais de 80% do público infantil desde 2019.

Outra doença que tem apresentado índices de cobertura vacinal que preocupam profissionais da saúde é o sarampo. Em abril, o Ministério da Saúde deu início a uma campanha nacional para incentivar a imunização. Entretanto, apesar de ter sido prorrogada duas vezes e já ser normalmente disponibilizada dentro das vacinas de rotina, apenas 36% das crianças até 4 anos de idade haviam sido vacinadas até o começo do mês de agosto, de acordo com dados da plataforma RN + Vacina. Os baixos índices de cobertura vacinal não são exclusividade do Rio Grande do Norte.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o Brasil registrou uma das mais baixas coberturas vacinais dos últimos anos. A cobertura vacinal contra pólio chegou a 100% em 2013; ficou em 84,74% em 2017; e no ano passado despencou para 67,71%. Três a cada dez crianças não foram vacinadas, segundo o DataSus.

“Quedas nos índices de vacinação infantil podem trazer sérios riscos à saúde pública, como retorno de doenças controladas ou já erradicadas, ocasionando sofrimento desnecessário  a crianças menores (incluindo sequelas permanentes) e desperdícios de recursos geralmente já limitados na saúde. Recentemente, várias campanhas têm sido feitas  pela Sociedade Brasileira de Imunizações, com o objetivo de desmentir as fake news relacionadas com a vacinação infantil e estimular a vacinação”, diz a preceptora infectologista Carolina Damásio.

A médica ressalta também que a decisão individual de não vacinar os filhos pode ter consequências coletivas, e representa um risco para a saúde pública. “As vacinas são uma das maiores conquistas da história da ciência, que protegem milhões de vidas todos anos de doenças infecciosas graves. A decisão de não vacinar tem consequências não só para o indivíduo ou o núcleo familiar, mas para toda a comunidade, principalmente para pessoas mais vulneráveis a infecções, como crianças e  adultos com doenças crônicas, idosos, ou pessoas que têm menos acessos a serviços de saúde. Isso tem sido exemplificado no momento atual com a pandemia, e a dificuldade de controle devido ao acesso desigual às vacinas”, completa.

Deu na Tribuna do Norte

Saúde

Justiça determina que anestesistas mantenham serviços para Unimed Natal

 

O impasse entre a Cooperativa dos Anestesiologistas do Rio Grande do Norte (Coopanest) e a Unimed Natal ganhou mais um capítulo. Após o anúncio sobre o fim do contrato, que deixaria de vigorar a partir da terça-feira (9), a Unimed Natal informou que a Justiça concedeu liminar determinando que os serviços sejam mantidos. A Coopanest informou que vai acatar.

Na semana passada, a Coopanest-RN comunicou que iria romper o contrato mantido com a operadora desde 1994. O motivo é o impasse sobre a aplicação do reajuste do Índice Nacional de Preços Amplo ao Consumidor (IPCA) que, segundo a Cooperativa, não foi aceito pela Unimed, após diversas rodadas de negociação.

Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News Natal, nesta segunda-feira, o presidente da Coopanest, Vinícius Luz, informou que diversas propostas para o pagamento do reajuste de forma escalonada foram apresentadas pelos médicos, mas, segundo ele, a Unimed Natal só retrocedeu na negociação.

“Pedimos somente a recomposição inflacionária, mais nada. Não foi atendida a proposta inicial e depois voltaram atrás para um não reajuste, nenhum aumento. Mesmo assim, a gente propôs colocar isso (reajuste) para setembro, não foi aceito. Então a gente propôs jogar para o próximo ano, esquecer 2022, abrir mão desse retroativo e começar a recomposição inflacionária apenas em 2023. Foi dito que ficaria muito pesado. A gente sugeriu fracionar e mesmo assim não foi aceito. Então, hoje a situação é que a gente tem tido mais de cinco reuniões, são seis propostas diferentes. A cooperativa está avançando nas propostas e a Unimed está retroagindo”, criticou Vinícius Luz.

O presidente da Coopanest também afirmou que os preços pagos pela Unimed Natal aos médicos anestesistas estão entre os mais baixos do país, principalmente na comparação aos valores que são aplicados em estados do Nordeste que têm a mesma relação de serviços entre cooperativa e operadora de Saúde, como Pernambuco e Recife.

Em comunicado, a Unimed disse que na manhã dessa segunda-feira foi deferida liminar para manutenção provisória do contrato de prestação de serviços de anestesiologia firmado entre a Coopaneste e operadora. “Portanto, as cirurgias e procedimentos realizados com participação dos anestesiologistas seguem sem interrupção ou mudança nos procedimentos”, garantiu a Unimed, em nota.

Apesar da decisão, a operadora disse que continua buscando “todos os meios negociais junto à Coopanest” para que a questão saia da esfera judicial e o contrato seja efetivamente estabelecido entre as partes. Reuniões entre os médicos e a Unimed estão previstas para ocorrer ainda nesta segunda-feira.

Informações da Tribuna do Norte

Saúde

Planos de saúde podem sofrer aumento com aprovação de lei sobre o rol da ANS, diz especialista

 

Está prevista para esta terça-feira, 09, a votação no Senado Federal do Projeto do Lei que obriga os planos de saúde a cobrirem tratamentos fora da lista da Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS).

A proposta já passou na Câmara em votação simbólica realizada na última quarta-feira. Para comentar sobre o assunto o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, entrevistou a advogada especialista em Direito da Saúde e Presidente da Comissão de Direito Médico e de Saúde da OAB-SP, Juliana Hasse.

A especialista alertou que a nova legislação pode acarretar em aumento dos planos por parte das operadoras, mas ponderou que os reajustes devem ser justificados: “Existe a expectativa do aumento acontecer sim. Quando você começa a ter que cobrir muito mais coisas do que está no rol, as operadoras tem uma justificativa. Até quando você tem alta sinistralidade do que está no rol, você já tem uma probabilidade de aumento. A possibilidade de aumentar existe sim, mas as operadoras têm que justificar sempre como elas chegaram ao reajuste, têm que justificar de forma técnica, não pode ser automático ou por uma expectativa de alta utilização. Às vezes você nega um procedimento que não tem cobertura e você vai ver e ele é menos custoso do que um que tem cobertura. Cabe uma inteligência quando você vai fazer essa administração de saúde”.

A advogada também detalhou mais a fundo o projeto que deve ser aprovado no Congresso Nacional e declarou que acredita que as mudanças serão benéficas: “Com esse Projeto de Lei, ele ficou muito semelhante ao julgamento do STJ. Então, você precisa ter mais justificativa, atender requisitos e critérios que foram estabelecidos no julgamento, e que o texto do PL segue muito semelhante, para conseguir a cobertura de procedimentos que estejam fora do rol. Deve haver comprovação da eficácia à luz da ciência, baseada em evidências científicas, plano terapêutico, recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS (Conetec) e recomendação de, no mínimo, um órgão de avaliação de tecnologias em saúde de renome internacional. Enrijece um pouco mais os pedidos para cobertura de procedimentos fora do rol”.

De acordo com Hasse, o enrijecimento dos requisitos para cobertura fora do rol da ANS vai fazer com que os médicos elaborem melhor a necessidade de certos tratamentos.

“Vai depender muito mais hoje da justificativa médica para você tentar furar o rol e tentar algo que está fora dele. Vai ter que ser muito bem embasada e consistente para você ter um maior controle e uma melhor gestão de saúde, porque a conta volta para o beneficiário, esse que é o problema. Se você começa a usar tudo a torto e a direito isso volta na forma de reajuste. O problema não encerra”, declarou.

Para a especialista também é importante que a própria sociedade se mobilize pela inclusão de tratamentos específicos que não são cobertos pelas operadoras de planos de saúde: “A lei prevê a cobertura das doenças listadas no CID. A discussão é se é só o que está no rol ou não. Pelo PL você iria pela recomendação do médico para ver se a doença tem cobertura. Agora, eu vejo que um caminho é a própria sociedade pressionar o órgão que decide isso, que é a própria ANS, para que se torne mais ágil a incorporação dos procedimentos. Recentemente, a ANS tirou a limitação de sessões de fono e terapia para pessoas portadoras de transtornos psiquiátricos, incluindo transtorno do espectro autista. Foi um avanço muito grande porque isso gerava uma angústia muito grande na sociedade. A gente tem que ir por esse caminho ao invés de bater só na judicialização”.

Deu na Jovem Pan

Cidade, Saúde

Locais de vacinação em Parnamirim viram no final de semana pontos de atualização cadastral

 

A vacinação em Parnamirim nos finais de semana está acontecendo de forma itinerante, em uma Unidade Básica de Saúde a cada sábado, além da Leroy Merlin, que foi adotado como ponto fixo. Hoje (6), a UBS contemplada com a presença das equipes de vacinação foi a de Passagem de Areia II. A novidade ficou a cargo da equipe da Secretaria de Assistência Social (Semas), que a partir de então se fará presente nos pontos de vacinação do final de semana com os serviços de atualização cadastral, análise de benefícios, inclusão de novos beneficiários e informações gerais sobre políticas públicas da assistência social. Nos sábados, as unidades de saúde que estiverem vacinando, serão também pontos de atendimento da assistência social, encurtando as distâncias entre a população e o serviço público.

De acordo com o supervisor do Cadastro Único/Auxílio Brasil, Hamilton Vieira, o chamamento da assistência para o atendimento nos pontos de vacinação é muito importante, já que as demandas da população são muitas, como isenção ou redução de pagamento da tarifa de energia elétrica e o direito à redução da mesma tarifa para quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC), por exemplo.

Com relação à vacinação, que neste sábado (6) contemplou os parnamirinenses com as doses contra Covid-19, Febre Amarela e Influenza, os números foram considerados satisfatórios pela secretária municipal de Saúde, Luciana Guimarães. Ela se referiu à campanha de vacinação itinerante como um sucesso absoluto. Confira os números:

  • UBS Passagem de Areia II – 333 doses aplicadas;
  • Leroy Merlin, Nova Parnamirim – 431 doses aplicadas.

Para a gestora da pasta da Saúde, a população tem atendido o chamado à vacinação.

Com relação à Assistência Social, a equipe da Central de Atendimento Social vai realizar plantões de atendimento nos dois últimos sábados de cada mês. Em agosto, as datas serão os dias 20 e 27/08. Nesses dias a Central, que fica na Rua Pedro Bezerra Filho, 396, no bairro de Santos Reis, próximo ao Colégio Phoenix, vai funcionar das 7h30 às 14h.

Saúde

Sesap confirma 4º caso de varíola dos macacos e diz que RN vive transmissão comunitária da doença; veja cidades

 

A Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte confirmou, nesta sexta-feira (5), o primeiro caso da doença varíola dos macacos na cidade de Mossoró, na região Oeste – o segundo maior município potiguar. Este é o quarto caso registrado no estado.

Ainda de acordo com o governo, o estado já vive a transmissão comunitária da doença.

Nos primeiros casos, sabia-se que os pacientes tinham visitado outros países, onde foram infectados. Porém, nos mais recentes, as autoridades perceberam que os pacientes não viajaram ou tiveram contato com pessoas de fora, o que significa que a doença já circula no estado.

“A gente percebe que essa transmissão já acontece entre a população do Rio Grande do Norte, ou seja, a transmissão comunitária. A última pessoa diagnosticada não teve contato com ninguém de fora do estado”, considerou Diana Rêgo, subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap.

Ainda de acordo com ela, todos os casos registrados até esta sexta-feira (5) são leves. Os pacientes ficam isolados nos seus próprios domicílios.

A Sesap ainda afirmou que também monitora as pessoas que tiveram contato com os pacientes, que podem desenvolver sintomas da doença. Além disso, orienta os municípios sobre as ações vigilância e notificação de casos suspeitos.

“A gente tem visto um aumento de casos no Brasil e, consequentemente, com a circulação da pessoas a trabalho, viagens de férias, já era esperado que a gente tivesse um aumento de casos no Rio Grande do Norte”, pontuou.

O Rio Grande do Norte teve dois casos confirmados em Natal, um em Parnamirim, na região metropolitana da capital, e agora um quarto em Mossoró. A capital potiguar ainda conta com dois pacientes cadastrados como casos prováveis.

Outros 18 pacientes são analisados como casos suspeitos para a doença, em todo o estado. Nove em Natal, quatro em Parnamirim, dois em São Gonçalo do Amarante e outros três distribuídos nas cidades de Angicos, Ceará-Mirim e Lagoa de Pedras.

Outros 14 casos suspeitos já foram descartados pelas autoridades estaduais.

Deu no G1

Saúde

Secretária de Saúde de Parnamirim emite nota sobre 1º caso confirmado da varíola dos macacos no município

A Secretária de Saúde de Parnamirim confirmou em nota o primeiro caso da varíola dos macacos .

vejam a nota na íntegra :

 

NOTA

 

Informo que Parnamirim recebeu agora à noite, a confirmação do primeiro caso de Monkeypox. (Varíola dos Macacos)

Informo ainda, que temos em curso mais 3 casos em investigação, entre eles 1 criança.

Em todas as situações os pacientes são do sexo masculino e estão sendo acompanhados pela secretaria de saúde.

Os pacientes em questão, encontram-se em isolamento, estáveis e com boa evolução.

Os cuidados necessários e demais orientações estão sendo ofertados, inclusive o monitoramento das pessoas que tiveram contato com esses pacientes.

Reitero, que todas as providências estão sendo tomadas, além do preparo dos nossos profissionais e dispositivos, para o enfrentamento deste momento.

A secretaria de saúde encontra-se à disposição para mais esclarecimentos que se fizerem necessários.

Luciana Guimarães da Cunha
Secretária Municipal de Saúde de Parnamirim

Saúde

Afastamento por Covid-19 cai 90% e doença deixa de ser principal causa

Foto: Reprodução

A Covid-19, que foi o principal motivo de afastamento do trabalho em 2021, passou para o 29º lugar na lista de doenças que mais registraram benefícios por incapacidade, o antigo auxílio-doença, do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) neste ano.

Segundo levantamento do Ministério do Trabalho e Previdência, feito a pedido do R7, nos seis primeiros meses de 2022 foram 6.537 afastamentos por Covid-19 ante 64.561 registrados no mesmo período do ano passado, uma queda de 90%.

No ano inteiro de 2021, houve 98.787 casos de pessoas afastadas por infecção pelo coronavírus. Em 2020, esse número chegou a 37.045, de abril a dezembro. O advogado trabalhista João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin, afirma que essa queda não surpreende, já que o Brasil conseguiu controlar a doença causada pelo coronavírus.

“Era esperado que diminuísse o número de afastamentos, muito em razão da vacinação. Então, o que era uma regra (o afastamento) se tornou uma exceção. Hoje não se vê um grande número de pessoas que se afaste do trabalho por essa razão”, avalia Badari. O critério do governo é listar somente as doenças que geraram indenização do INSS, ou seja, aquelas que fazem o trabalhador ser afastado por mais de 15 dias.

Com informações do R7

Saúde

RN tem Dia D de vacinação contra a febre amarela neste sábado (6)

 

O Rio Grande do Norte terá neste sábado (6) o Dia D de vacinação contra a febre amarela. O mutirão será realizado das 8h às 17h em todos os municípios que pactuarem. A vacina é indicada para pessoas a partir de 9 meses a 59 anos.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), desde que foi inserida em calendário de rotina de vacinação no Rio Grande do Norte, a procura da população pela vacina contra a febre amarela é baixa.

Os dados da Sesap apontam que, de janeiro a junho de 2022, foram aplicadas apenas 11.956 doses. O órgão destaca ainda que 32 dos 167 municípios não administraram nenhuma dose em 2022.

“O intuito do dia D é ampliar a oferta da vacina contra a febre amarela, atualizar esquema vacinal e aumentar a cobertura das campanhas que estão ocorrendo. É importante ressaltar que a imunização é uma ferramenta eficaz e segura para prevenir doenças infecciosas. A vacinação elimina ou reduz drasticamente o risco de adoecimento ou de manifestações graves, que podem levar à internação e até mesmo ao óbito”, explica Laiane Graziela, coordenadora do Programa de Imunização do Estado.

Entre as ações propostas pela Sesap, estão a abertura das unidades aos sábados, a ampliação dos locais de vacinação, parceria com fábricas e industrias levando vacina a estes locais, vacinação nas comunidades Rurais, comunidades tradicionais quilombolas, indígenas, ciganas; vacinação da população em situação de rua, refugiados, apátridas, migrantes, pessoas privadas de liberdade.

Deu no G1