Educação, Inclusão

Projeto terapêutico auxilia pais e cuidadores de pessoas no espectro autista em Natal

 

Criado com foco em proporcionar suporte psicológico e uma rede de apoio para familiares e cuidadores de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, o Serviço Integrado de Psicologia (SIP) da Universidade Potiguar (UnP), em Natal, conta com o Grupo Acolher, que realiza reuniões semanais voltadas para esse público.

Os interessados em participar podem se inscrever diretamente no Centro Integrado de Saúde (CIS) da UnP Salgado Filho, localizado na Rua General Francisco Monteiro, 371, em Lagoa Nova, Zona Sul (entrada pela rua lateral).

O local também disponibiliza o WhatsApp (84) 3215-1267. Outra possibilidade é se inscrever no link bit.ly/ProjetoAcolherUNP. Os encontros terminam no dia 29 de novembro. As vagas são limitadas.

As reuniões acontecem toda quarta-feira, às 19h, na UnP Salgado Filho. A iniciativa possibilita um ambiente de acolhimento, crescimento e apoio mútuo entre pessoas que partilham de dificuldades semelhantes e fragilidades emocionais no manejo do TEA.

Sob a coordenação da professora do curso de Psicologia da UnP, Maria Aparecida França, o grupo foi criado para suprir a carência de espaços desse tipo. “Constatamos a inexistência de um projeto voltado para esse público específico aqui na capital. Nesta perspectiva, a criação do projeto em formato de grupo terapêutico se justifica pela necessidade de uma rede de apoio e acolhimento para os responsáveis de pessoas com Transtorno do Espectro Autista”, explica a docente.

Educação, Inclusão

Pau e Lata completa 27 anos e celebra com diversas atividades culturais e de formação

 

O Pau e Lata: Projeto Artístico-Pedagógico completa 27 anos e promove diversas atividades para celebrar a data, de 14 a 17 de outubro de 2023, com destaque para o Seminário Regional de Extensão e Democratização da Cultural – Sedec 27 anos.

As celebrações se iniciaram neste sábado, 14, com a observação do eclipse solar, na Rua da Misericórdia, seguido do aniversário de 27 anos do Pau e Lata, na Casa Vermelha e do seminário no auditório da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do RN – Fetarn, todos localizados na Cidade  Alta.

O seminário, que também completa 27 anos, terá como tema “Contextualizar para sabermos onde estamos e para onde estamos indo”, sendo um espaço de práticas, trocas e aprendizagens coletivas reunindo representantes dos núcleos do Pau e Lata, parceiros e convidados representantes de outros coletivos artístico-culturais.

“A atividade também é  um momento para promover o diálogo sobre a metodologia Pau e Lata como prática artístico-pedagógica, extensão universitária e ação coletiva com caráter de construção sócio-político-pedagógica, promovendo um contínuo processo de formação dos integrantes do projeto e demais participantes para difusão e fortalecimento de uma prática de educação popular. O Sedec 27 anos não conta com financiamento ou patrocínio direto, por isso contamos com a ajuda de nossos parceiros e inscritos para oferecer uma melhor experiência”, explica Danúbio Gomes, idealizador e coordenador geral do grupo.

A programação é gratuita e aberta ao público. Para as atividades do seminário é necessário fazer inscrição por meio de formulário. Mais informações estão disponíveis na página do Instagram do Pau e Lata – @pauelata.

Educação, Inclusão

IMD oferta cursos de inclusão digital para idosos

 

O Projeto de Extensão Inclusão Digital para Idosos (ProEIDI), vinculado ao Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), vai abrir inscrições para novas turmas neste mês de setembro. Serão ofertadas 70 vagas ao todo, para pessoas com 60 anos ou mais, tanto para o público interno como externo à UFRN.

Os interessados devem realizar a inscrição presencialmente no dia 16 de setembro, a partir das 8h, na sede do IMD, com a seleção sendo feita por ordem de chegada. Será necessário a apresentação de um documento oficial com foto para comprovação da idade. As aulas acontecerão aos sábados, no próprio Instituto, começando no dia 23 de setembro.

A iniciativa vai contar com dois cursos e um deles será o de Computação, que contará com duas turmas, cada uma delas com 14 alunos. Nele os participantes irão aprender o passo a passo do uso do computador, da internet e do Google Drive, dentre outras ferramentas virtuais do dia a dia.

Já o curso de Smartphone terá três turmas, cada uma delas também com 14 alunos. As aulas ministradas terão o foco em assuntos como o uso do WhatsApp, Instagram e central de controle do celular. Ambos os cursos – Computação e Smartphone – serão ministrados ao longo de nove encontros.

Para mais informações, acesse o Instagram do projeto, disponível neste link, ou envie sua dúvida por meio do endereço eletrônico inclusaodigital@imd.ufrn.br.

Informações do IMD/UFRN

Cidade, Inclusão

Câmara de Parnamirim: Mais de 450 identidades foram emitidas no primeiro mês de atendimento

Cidadania: Câmara oferece serviço gratuito de emissão da carteira de identidade

 

Em apenas um mês de atendimentos, a Câmara Municipal de Parnamirim já atendeu mais de 450 pessoas que exerceram seu direito de cidadania e fizeram sua primeira ou segunda via da carteira de identidade.

O serviço está sendo oferecido desde o último dia 10 de julho, de forma gratuita, em uma parceria entre o ITEP/RN e a Casa Legislativa de Parnamirim.

“Estamos trabalhando para expandir os atendimentos, capacitando novos servidores com o objetivo de suprir a demanda da população”, explicou o presidente da Casa, vereador Wolney França (PSC).

Um dos atendidos foi Danilo Serafim, de 30 anos, que emitiu sua segunda via da identidade, na última terça-feira, dia 8. “A minha identidade está vencida há muito tempo, então aproveitei a oportunidade assim que os agendamentos foram abertos. Vi as informações através do Instagram e baixei o aplicativo, foi super fácil e tranquilo”, afirmou.

Na última semana de agosto, será aberta a agenda de setembro. Os atendimentos são agendados por meio do aplicativo Câmara Conecta (disponível para download na Apple Store e na Play Store).

Cidade, Inclusão

Central Social de Parnamirim abre nesta sexta-feira para regularizar benefícios bloqueados do Bolsa Família

 

A Central de Atendimento Social de Parnamirim vai funcionar nesta sexta-feira (30) das 8h ao meio-dia para atender exclusivamente beneficiários do Programa Bolsa Família que estão com os pagamentos bloqueados.

Para realizar o atendimento, os cidadãos devem apresentar pelo menos a documentação pessoal como RG e CPF. 

Apesar de Parnamirim ter ponto facultativo para esta sexta-feira (30), o órgão municipal, que é vinculado à Secretaria de Assistência Social, vai funcionar para atender a população que precisa do Bolsa Família e está com o pagamento bloqueado. A sexta-feira é o último dia para regularizar a situação do benefício e recebê-lo no decorrer do mês de julho. 

SERVIÇO:

Central de Atendimento Social – Cas/Cadúnico

Rua Pedro Bezerra Filho, 55, próximo à Escola PH3, Santos Reis

Das 8h às 12h

ATENDIMENTO EXCLUSIVO PARA BENEFÍCIOS DO BOLSA FAMÍLIA BLOQUEADOS

Emprego, Inclusão

Outback oferece vagas de emprego em Natal para pessoas com deficiência

 

O Outback Steakhouse abre processo seletivo para o preenchimento de duas vagas de emprego para pessoas com deficiência em Natal. As oportunidades são para o cargo de auxiliar de limpeza.

Os (as) interessados (as) nas vagas devem se inscrever pelo site https://outback.gupy.io/, precisam ter mais de 18 anos e possuir ensino médio/técnico completo, além de ter disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados. A marca procura pessoas dedicadas, com perfil dinâmico e vontade de crescer. Não é necessário ter experiência na área.

O Outback oferece ótima remuneração e benefícios como vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica. Durante o processo seletivo, os(as) candidatos(as) passam por uma inscrição online, dinâmica em grupo e algumas entrevistas. Os(as) funcionários(as) selecionados(as) ap&ó ;s essas etapas passam por um treinamento nos restaurantes.

Serviço:

Como participar: A inscrição para o processo seletivo será por meio do sitehttps://outback.gupy.io/
Cargos disponíveis: Auxiliar de limpeza.
Requisitos: Pessoas com ensino médio/técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados.
Faixa etária: Maiores de 18 anos.
Remuneração: Variável de acordo com as horas trabalhadas.
Benefícios: Vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (os dois últimos após o período de experiência).
Etapas do processo seletivo e duração: Inscrição online, dinâmica e entrevistas.

Inclusão, Política

Secretária do Governo Lula quer aumentar cota racial em concursos

Secretária do Governo Lula quer aumentar cota racial em concursos

 

A socióloga Márcia Lima, secretária nacional de Ações Afirmativas e Combate ao Racismo, afirmou que pretende aumentar a cota para pessoas negras em concursos públicos. Em entrevista à coluna, Lima cobrou responsabilização de empresas reincidentes em crimes de racismo e citou o Carrefour como exemplo.

A lei de cotas em concursos públicos completa uma década e perde a validade em junho de 2024. Lima tem trabalhado no texto da nova lei e planeja que o texto seja enviado ao Congresso ainda neste ano, para aproveitar a volta dos concursos públicos no país.

O cenário é diferente em relação à lei de cotas nas universidades, que não tem validade. Lima avalia que o governo ainda não tem dados suficientes para avaliar o impacto da lei nos últimos dez anos. Resultado de uma ação do governo Bolsonaro, que ignorou a revisão da medida em 2022 e atrasou o Censo.

Professora de sociologia da Universidade de São Paulo (USP), Lima tem pós-doutorado na área pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. A secretária do Ministério da Igualdade Racial criticou o argumento de uma suposta meritocracia para atacar ações afirmativas.

“Essa história de que ação afirmativa compromete a meritocracia é uma loucura. Tem de ter mesmo ação afirmativa em tudo no Brasil, não tem jeito, é uma sociedade extremamente desigual”.

 

Leia os principais trechos da entrevista.

A lei de cotas nos concursos públicos completa dez anos e perde a validade no ano que vem. O que o ministério planeja?

É uma prioridade nossa para este ano. Queremos fazer uma proposta ousada, aumentar o percentual, que hoje é de 20% para negros em concursos a partir de três vagas. Os concursos públicos vão voltar. Quanto antes a lei for aprovada, mais pessoas negras teremos no serviço público. Também estamos buscando tirar a validade da lei, para que fique como a de cotas no ensino superior, que a cada década passa por uma revisão mas segue em vigor. No campo dos professores, que ainda abriu concursos nos últimos anos, houve um problema muito grave. Quando fizeram concurso com mais de três vagas, fracionaram para não cumprir a cota de 20%. Nos últimos quatro anos, a USP fez 140 concursos. Só um teve mais de três vagas e cumpriu a cota. Você tem uma lei, mas sabe que não vai acontecer nada. Também estamos atentos a fraudes na classificação racial.

Como pretendem combater as fraudes na seleção de cotistas?

Há estudos detalhando as estratégias de fraudes nesses concursos públicos e até escritórios de advocacia especializados em recursos. Vamos criar recomendações para qualificar e padronizar as comissões de heteroidentificação. A política é para beneficiar pessoas socialmente reconhecidas como negras e que sofrem com isso no cotidiano. Várias injustiças já foram cometidas, tanto colocando para dentro pessoas brancas como deixando de fora pessoas pardas. A comissão não é uma aferição de 100%. Nunca vai ser. Vamos fazer essa política e lidar com as consequências dela. Os resultados são muito positivos. Conseguimos produzir inclusão racial. Isso é inegável. As comissões não decidem se você é negro ou não, mas se você tem características para ser beneficiário de uma política pública.

Márcia Lima, secretária nacional de Ações Afirmativas e Combate ao Racismo

 

E a lei de cotas nas universidades? A revisão foi no ano passado, no governo Bolsonaro, e nada aconteceu.

Estamos nos debruçando sobre novos dados, inclusive do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e outros encomendados pelo Ministério da Educação. O governo Bolsonaro não apresentou as informações e foi cobrado pelo Tribunal de Contas da União. Tampouco temos o censo, que deveria ter sido feito em 2020, passou para 2022 e ainda não foi concluído. Não conseguimos nem saber se a população preta e parda com nível superior aumentou nos últimos dez anos. Para a gente melhorar a lei, precisamos melhorar os dados. E os dados não existem neste momento. Penso que o ideal é aguardar este ano para melhorar os indicadores e em seguida apresentar ao Congresso uma proposta mais robusta. Se a gente fizer a revisão agora, será limitada.

O que a pasta tem feito após denúncias de racismo em aeroportos?

Tivemos uma reunião com a Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] e com a Polícia Federal no caso do deputado estadual Renato Freitas. O ministro Silvio Almeida falou nessa conversa: “Vocês não podem tolerar o racismo”. O racismo tem de ter esse custo financeiro, de licença, de licitação. Empresas que cometem racismo recorrentemente têm de perder esses direitos. Para mim, já é o caso do Carrefour. Temos também de ter uma conversa com as companhias aéreas, porque é uma questão de tratamento. Eles alegam que a revista é aleatória. O problema é como você trata uma pessoa negra e uma branca nessa situação. Ninguém está pedindo para que os procedimentos de segurança sejam flexibilizados. Disseram que desconfiam de pessoas que ficam nervosas. Eu fico nervosa toda vez. Como pessoa negra, se sou abordada por qualquer segurança ou autoridade eu sinto medo. Você fica nervoso porque é a sua vida.

E quanto ao caso Vini Jr?

Já tínhamos começado a desenhar com o Ministério do Esporte campanhas de comunicação dentro e fora dos estádios, com os jogadores, com as torcidas. Existem alguns jogadores, como o Aranha, que podem ser figuras importantes nesse debate. O Aranha precisa de uma retratação, de um reconhecimento da história dele. Podemos pegar pessoas que passaram por isso dentro e fora do Brasil.

Lula assinou há dois meses o decreto que exige pessoas negras em pelo menos 30% dos cargos do serviço público federal. Esse perfil já está mudando?

Temos de fazer nosso dever de casa na inclusão racial para cobrar ações afirmativas no setor privado. O recadastramento periódico dos servidores federais, que vai até agosto, nos dará uma ideia do números de servidores negros em diferentes órgãos. A novidade é que colocamos o campo raça/cor como preenchimento obrigatório. É uma variável demográfica que descreve uma característica da população, como o Censo Demográfico do IBGE. Não é identitária. Em países que não coletam esses dados, como a França, as desigualdades mensuradas de outras maneiras tendem a ser maiores.

Como tem sido a experiência de comandar uma área tão desprezada pelo último governo?

Passamos bons pedaços aqui no começo. Não tinha internet, computador, nada. Já havia uma destruição acachapante da estrutura física. Me sinto uma cientista social mais completa por ter essa oportunidade de olhar para dentro do Estado. Essa história de que ação afirmativa compromete a meritocracia é uma loucura. Tem de ter mesmo ação afirmativa em tudo no Brasil, não tem jeito, é uma sociedade extremamente desigual. Não sempre no formato de cotas. Também há formação de servidores, políticas de bônus, políticas públicas, conteúdo didático dos livros, campanhas nos estádios. O trabalho, a cultura, as ações afirmativas mantêm o jovem negro longe da mira bala. Estamos em um ministério que tem pessoas muito qualificadas e é comandado por mulheres negras. Isso é História. É bom fazer parte dela.

Deu no Metrópoles

Inclusão

Marco Temporal: DPU recomenda rejeição integral de projeto para terras indígenas

A Defensoria Pública da União (DPU) apontou a necessidade de rejeição integral do projeto de lei do marco temporal na demarcação de terras indígenas (PL 490/de 2007). A recomendação está em nota técnica encaminhada pelo defensor público-geral federal em exercício, Fernando Mauro Junior, ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, na última sexta-feira (26).
Desde a quarta (24), o texto tramita em regime de urgência na Casa. “A aprovação do Projeto de Lei 490/2007 representaria grave violação de direitos humanos, contrariaria os deveres do Estado brasileiro explícitos na Convenção da ONU sobre a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio e, também, afrontaria precedentes do Sistema Interamericano de Direitos Humanos”, diz trecho do documento.
De acordo com a nota técnica, a tese do marco temporal despreza o caráter originário dos direitos territoriais indígenas atualmente reconhecidos pela Constituição Federal de 1988. “Seria um contrassenso admitir que o mesmo texto constitucional tivesse estabelecido qualquer marco temporal para o reconhecimento das terras indígenas”, destacam os defensores na nota.
Dessa forma, para os defensores e defensoras que assinam o documento, a atual Constituição não pode ser utilizada como referência para a ocupação indígena, que tem parâmetros diferentes dos requisitos da posse do direito civil.
“O que se sabe é que o território – quando transformado em terra – é o espaço físico necessário para que determinada sociedade indígena desenvolva suas relações sociais, políticas e econômicas, segundo suas próprias bases culturais. É o elo subjetivo dos povos indígenas com seu território tradicional que permite serem quem eles são e, dessa feita, o espaço tem verdadeiro valor para assegurar a sobrevivência física e cultural, sendo por isso de vital importância para a execução dos seus direitos fundamentais.
A nota técnica é assinada pelos coordenadores do Grupo de Trabalho Comunidades Indígenas, defensor público federal Wagner Wille Nascimento Vaz e defensora pública federal Daniele de Souza Osório, e pelo secretário-geral de articulação institucional da DPU, Gabriel Travassos.
Os defensores e defensoras públicos federais João Paulo de Campos Dorini, Marina Mignot Rocha, Thales Arcoverde Treiger, Lídia Ribeiro Nóbrega, Raphael de Souza Lage Santoro Soares, Renan Vinicius Sotto Mayor de Oliveira, Erik Palacio Boson e Benoni Ferreira Moreira, pontos focais do GT, também assinam o texto, assim como o defensor Rodrigo Alves Zanetti, membro do grupo.

 

 

Inclusão, Política

CAS/CadÚnico de Parnamirim abre neste sábado para atendimentos de atualização cadastral

 

A Central de Atendimento Social de Parnamirim vai funcionar neste sábado (27), das 8h ao meio-dia. O objetivo é atender as famílias parnamirinenses que necessitam de atualização cadastral e tirar dúvidas sobre as demandas atendidas pelo órgão da Secretaria de Assistência Social.

A Central é responsável pelo atendimento das demandas socioassistenciais da cidade, como o Bolsa Família, Auxílio Brasil, Benefício de Prestação Continuada e Cadastro Único.

Além dos atendimentos já agendados para o sábado, a equipe também acolherá quem ainda não programou a ida à Central. Dúvidas, no WhatsApp (84) 98726-9904.

CAS / CADÚNICO – CENTRAL DE ATENDIMENTO SOCIAL

Rua Pedro Bezerra Filho, 55, Santos Reis, ao lado do colégio PH3

Sábado (27), plantão das 8h às 12h

Educação, Inclusão

Câmara de Parnamirim conclui Curso de Libras

 

A última aula da segunda edição do Curso Básico de Língua Brasileira de Sinais (Libras), promovido pela Escola do Legislativo Professora Eva Lúcia, foi realizada nesta terça-feira (23). Visando a inclusão social e a acessibilidade no legislativo municipal, a capacitação foi ministrada pela professora Walkíria Vidal.

Ao longo do curso, os alunos aprenderam a se comunicar em Libras, que é língua oficial reconhecida pela legislação brasileira, foram batizados com sinais por pessoas surdas e ainda realizaram um vídeo alusivo ao Dia Nacional da Libras, em 24 de abril.

A pedagoga Josilane Marques conta que ver formada a segunda turma do Curso Básico de Libras deixa a sensação de dever cumprido. “A sensação é alegria e satisfação, de saber que estamos contribuindo para a inclusão no nosso município. Somos muito gratos por tudo que a Câmara e a Escola do Legislativo vêm desenvolvendo pelo nosso objetivo e propósito, que é, de fato, fomentar a educação e a inclusão”, declarou.

A servidora informou que, no dia 6 de junho, vai haver a entrega dos certificados dos alunos concluintes.