Greve

Servidores técnico-administrativos da UFRN decidem manter greve

 

Os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) decidiram, em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (12), continuar a greve.

A decisão foi tomada após a avaliação da proposta apresentada pelo Ministério da Educação na terça-feira (11) para a reestruturação da carreira dos técnicos das instituições de ensino superior.

A proposta mantém a política de não conceder aumento em 2024, com reajustes previstos de 9% em janeiro de 2025 e 5% em abril de 2026. Além disso, o tempo de progressão será reduzido de 18 para 12 meses, com aceleração a cada cinco anos, permitindo que um servidor chegue ao topo da carreira em 15 anos.

Os servidores técnico-administrativos defendem que o reajuste seja iniciado a partir deste ano. A greve da categoria foi deflagrada em 14 de março. Além dos técnicos, os docentes da UFRN também estão paralisados. A suspensão das aulas foi iniciada em 3 de abril.

O movimento é organizado pelo Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior do Rio Grande do Norte (Sintest). Uma nova assembleia está marcada para a próxima quarta-feira (19), às 9h, no auditório da Reitoria da UFRN.

Deu no Novo Notícias

 

Greve, Justiça

Servidores da Justiça farão manifestação nesta quarta, em frente ao TJRN

 

Por unanimidade, em assembleia realizada no sábado (8) pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Poder Judiciário do Estado do RN (SindJustiçaRN), os trabalhadores do Poder Judiciário do Rio Grande do Norte decidiram pela realização de uma manifestação na próxima quarta-feira (12), em frente ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte (TJRN). A categoria pleiteia a reabertura das negociações com o tribunal e a melhoria das propostas encaminhadas.

A diretoria do SindJustiçaRN destacou que a forma como TJRN se portou durante o processo de negociação das reivindicações de 2024, como também os pontos apresentados para o não atendimento das pautas da categoria, são questionáveis. Além disso, o sindicato aponte que permanece a cobrança por produtividade, muitas vezes inalcançável e que resulta no adoecimento da categoria.

Ainda na assembleia, foi relatado o histórico de luta, todas as mobilizações e a importância dos trabalhadores e trabalhadoras do Judiciário para a sociedade e para o fortalecimento da Justiça. O reconhecimento do serviço prestado por essas mulheres e homens é algo inegociável.

Em nota divulgada nesta segunda-feira anunciando a manifestação, o SindJustiça RN diz que “as trabalhadoras e trabalhadores da Justiça Potiguar, ativos e aposentados, reivindicam, acima de tudo, respeito, dignidade, valorização e reconhecimento”.

Deu no Novo

Greve

Greve de ônibus em Natal é cancelada após acordo ser aceito

 

O Sindicato dos Rodoviários de Natal (Sintro-RN) cancelou a greve de ônibus que poderia começar nesta sexta-feira (7) em Natal. Empresários e rodoviários entraram em acordo por meio de audiência mediada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

Ficou acertado que os motoristas e cobradores terão 4,23% de reajuste, 10% de aumento no vale-alimentação e 15,5% no plano de saúde, além da renovação da carteira de motorista.

A categoria pedia reajuste salarial de 8,3%, aumento de 50% no vale-transporte, além de melhorias no plano de saúde. Sexta-feira passada os motoristas chegaram a publicar edital anunciando o início de grave. De acordo com o documento, seria garantida a frota de emergência de 30%, conforme determina a lei de greve.

As empresas justificavam a negativa de reajuste alegando as despesas com o sistema. E, por sua vez, já anunciaram que vão pedir elevação na tarifa de transporte.

A secretária de Mobilidade Urbana, Daliana Bandeira, afirmou que aguarda o pedido de revisão do cálculo tarifário, mas descartou qualquer mudança nos preços de transporte.

Informações do Novo

Greve

Motoristas de ônibus em Natal entrarão em greve por tempo indeterminado

 

O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do RN (Sintro) informou por suas redes sociais e também por meio de edital que os motoristas de ônibus entrarão em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (3). O edital foi publicado nesta sexta-feira e a decisão veio após mais uma rodada de negociação na qual não houve avanço.

De acordo com o edital, será garantida a frota de emergência de 30%, conforme determina a lei de greve. A categoria pede reajuste salarial de 8,3%, aumento de 50% no vale-transporte, além de melhorias no plano de saúde.

As empresas justificam a medida em razão da data-base salarial de motoristas e dos custos operacionais com a manutenção do sistema transporte da capital. A secretária de Mobilidade Urbana, Daliana Bandeira, afirmou que aguarda o pedido de revisão do cálculo tarifário, mas descartou qualquer mudança nos preços de transporte.

Confira abaixo o edital completo:

“AVISO A POPULAÇÃO

A Diretoria do SINDICATO DOS TRABALHADORES EM TRANSPORTES RODOVIARIOS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso de suas atribuições estatutárias legal, e com base na lei n° 7.783, de 29/06/1989, comunica a população em geral que os trabalhadores em Transportes Rodoviários do Rio Grande do Norte (URBANO) decidiram em assembléia geral da categoria DECRETAR GREVE por tempo indeterminado no município de Natal RN no prazo de 72 horas a contar da publicação deste edital, tendo em vista o não avanço nas negociações da Data base 2024/2025 da categoria.

Informamos ainda que será garantida a frota emergencial de 30% de acordo com a lei de greve n° 7.783, de 28 de junho de 1989. Natal-RN, 30 de maio de 2024”

Antonio Júnior da Silva,
presidente do SINTRO/RN.

Deu no Novo

Educação, Greve

Professores da UFRN decidem manter greve após novo plebiscito

Foto: Cícero Oliveira

 

Os docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) decidiram, após novo plebiscito, pela continuidade da greve por tempo indeterminado. A votação ocorreu no site do ADURN-Sindicato nos dias 29, 30 e 31 de maio

Participaram da consulta 1.826 docentes, dos quais 56,95% votaram pela continuidade do movimento grevista, 40,58% pelo retorno das atividades e 2,46% se abstiveram.

O presidente do ADURN-Sindicato, Oswaldo Negrão, afirmou que “mais uma vez o plebiscito expressa a sua importância como um instrumento que referenda a vontade da maioria”.

Na próxima segunda-feira (03), o Conselho de Representantes do ADURN-Sindicato e o comando de greve se reúnem para discutir os próximos passos da mobilização.

Deu na Tribuna do Norte

Greve

Após reajuste de benefícios, servidores dizem que debate não acabou

Foto: Breno Esak

 

Após reajuste nos benefícios (auxílio-alimentação, auxílio-saúde e assistência pré-escolar), assinado na última quinta-feira (25/4), servidores públicos federaisdizem que o debate ainda não acabou e prometem manter a pressão sobre o governo. Há cobranças, em especial, por dois itens: recomposição salarial ainda em 2024 e reestruturação de carreiras.

Com exceção do auxílio-saúde, os demais benefícios que tiveram correção não contemplam aposentados e pensionistas.

“É preciso lembrar que o debate não acabou. O reajuste dos auxílios foi só a primeira fase da campanha salarial”, disse Rudinei Marques, presidente do Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate).

Por sua vez, a Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef/Fenadsef), que representa 80% do Executivo federal, pretende avançar na reestruturação de carreiras com foco na paridade, ou seja, atingindo não só os servidores da ativa, mas também os da inativa (aposentados e pensionistas).

Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef/Fenadsef, considerou que o reajuste dos benefícios foi um passo importante, mas insuficiente. “É um passo adiante? É, sim, mas ainda está incompleto, porque não sinaliza algo na remuneração para 2024. Mas nós não vamos deixar de insistir e bater nessa tecla”.

Reajuste salarial

Após reajuste salarial linear (isto é, geral, para todo o conjunto do funcionalismo) de 9% em 2023, o governo Lula (PT) não deverá conceder reajuste neste ano, mas negocia pontualmente com as carreiras. A justificativa oficial é que o reajuste concedido no ano passado tem impacto orçamentário e financeiro em 2024.

Nesse sentido, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)assumiu o compromisso de instalar, até julho, as mesas que ainda não foram abertas para negociação de carreiras específicas. Atualmente, há 18 mesas de negociações específicas abertas. Dez mesas já chegaram a acordos e oito estão em andamento.

Em breve, será divulgado o calendário das mesas ainda não instaladas. Já foram agendadas reuniões de três mesas para a próxima semana: na terça-feira (30/4), com os analistas técnico-administrativos e com os servidores das carreiras de Previdência, Saúde e Trabalho; e, na quinta-feira (2/5), com servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Reajuste de benefícios para servidores

O MGI assinou, na quinta passada, o reajuste de benefícios para servidores públicos do Executivo federal. A portaria com as alterações deve ser publicada até a próxima segunda-feira (29/4).

Veja o que muda:

  • auxílio-alimentação: passa de R$ 658 para R$ 1.000 (aumento de 51,9%);
  • assistência à saúde suplementar (auxílio-saúde): passa de R$ 144 para R$ 215 (aumento de 49,30%);
  • assistência pré-escolar (auxílio-creche): passa de R$ 321 para R$ 484,90 (aumento de 50,7%).

Os novos valores dos benefícios passarão a valer a partir de maio deste ano, mas o pagamento será feito retroativamente em junho, pois a folha de salários do próximo mês já foi fechada. Isso significa que a parcela que não foi paga em maio será honrada em junho, junto à parcela daquele mês.

Equiparação

Servidores ainda demandam a equiparação dos valores pagos ao Executivo em relação à remuneração destinada ao Legislativo e ao Judiciário. Para fins de comparação, o Legislativo paga R$ 1.331,59 em auxílio-alimentação, enquanto o Judiciário paga R$ 1.182,74.

O governo considera legítima a demanda por equiparação, mas frisa que a proposta de correção nos auxílios não tem precedentes.

“Nós estamos trabalhando na linha da equiparação. Como os Poderes são independentes, cada Poder consegue oferecer o seu próprio reajuste para esses benefícios”, disse o secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão, José Celso Cardoso Jr.

Deu no Metrópoles

Greve

Policiais civis aceitam proposta do Governo e delegacias voltarão a funcionar

 

Os Policiais Civis se reuniram em Assembleia Geral na tarde desta quinta-feira (25) e deliberaram por uma proposta apresentada pelo Governo do Estado em relação à pauta salarial. A categoria aceitou o que foi posto e retornará com o expediente regular nas delegacias. No entanto, conforme informou o Sinpol, o acordo foi condicionado à implantação do auxílio-alimentação, haja vista que as outras forças da Segurança Pública já recebem.

Ainda de acordo com o Sinpol, foi deliberado que, apesar do retorno do expediente regular, as Diárias Operacionais de serviço extraordinário seguirão paralisadas até que acordo com o Executivo seja concretizado e assinado.

De acordo com Nilton Arruda, presidente do SINPOL-RN, os percentuais oferecidos pelo Governo, que têm uma média de 7% entre as classes da Polícia Civil, estão muito abaixo das perdas inflacionárias acumuladas nos últimos anos. Mesmo assim, houve um entendimento da categoria pela aceitação.

Deu na Tribuna do Norte

Greve

Servidores do Ibama rejeitam proposta do governo Lula em 22 estados

Foto: Kamikia Kisedje/ WWF-Brasil

 

A proposta do governo para valorizar a carreira ambiental já foi rejeitada por servidores do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em 21 estados e no Distrito Federal. O Ibama vem paralisando atividades de fiscalização ambiental há quatro meses.

Nenhuma unidade da federação aprovou os reajustes sugeridos pelo Ministério da Gestão. Os funcionários dos outros cinco estados ainda não analisaram o documento do governo. Alagoas e Mato Grosso farão assembleias para votar o tema na próxima quinta-feira (25/4). Sergipe, Amapá e Amazonas ainda não têm votações marcadas.

“As propostas [do governo] não correspondem à reestruturação necessária à manutenção do trabalho de formulação e execução das políticas ambientais no país”, afirmou a área técnica da Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Ascema), uma das lideranças da mobilização.

No fim de dezembro do ano passado, os servidores do Ibama alegaram formalmente ao governo que estavam em “total abandono” havia uma década, e que foram os mais assediados pelo governo Bolsonaro.

Deu no Metrópoles

Greve

Professores da UFRN iniciam greve por tempo indeterminado

 

Os professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) entraram em greve nesta segunda-feira (22), segundo anunciou o sindicato da categoria. Os docentes se unem aos técnicos-administrativos da instituição, que estão paralisados desde 14 de março. A greve pode afetar até 52,7 mil estudantes de graduação, pós-graduação e de cursos técnicos oferecidos pela UFRN.

A greve dos professores foi aprovada por meio de um plebiscito realizado pelo sindicato na semana passada, e que teve mais de 60% dos votos favoráveis à paralisação. A instituição conta com cerca de 2,5 mil docentes.

UFRN se junta a mais de 50 universidades e quase 80 institutos federais estão em greve em todo país. No Rio Grande do Norte, o IFRN aderiu a mobilização já a Ufersa, apenas os técnicos suspenderam o trabalho.

Segundo a Adurn-Sindicato, os professores reivindicam: reajuste linear para os servidores públicos federais de 7,06% em 2024, 7,06% em 2025 e 7,06% em 2026, totalizando um aumento de 22,8%; reestruturação das carreiras do magistério superior e ensino básico, técnico e tecnológico e Recomposição do orçamento das instituições federais de ensino.

Apesar do movimento, a UFRN definiu que, a princípio, não vai cancelar o calendário universitário. Possíveis alterações no calendário serão discutidas após a fim da greve, segundo a instituição.

A UFRN ainda informou que a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progesp) criou uma Comissão Interna de Mediação Organizacional durante a paralisação, visando manter diálogo permanente com os servidores para dar encaminhamentos durante o período de greve.

Informações do Novo Notícias

Greve

Após 21 anos, professores da UFRN vão fazer greve por tempo indeterminado

 

Os professores da UFRN entrarão em greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira (22). A UFRN se junta a mais de 20 universidades em todo o País, que decidiram paralisar as atividades nesta semana. As greves indicam forte impasse entre a categoria dos professores universitários e o Governo Lula. Professores e servidores federais da educação exigem reajuste salarial, o que não vem sendo atendido pelo governo petista. Na UFRN, trata-se da primeira paralisação de professores por tempo indeterminado desde 2003, segundo informações do Adurn-Sindicato. A categoria chegou a fazer uma paralisação de uma semana, em 2016, ainda no Governo Temer. Não houve greves no Governo Bolsonaro, apenas paralisações que duraram um único dia.

A decisão veio após um plebiscito, onde 1.820 dos 2.396 docentes aptos a votar participaram. A consulta registrou 62,52% de votos favoráveis e 34,06% de votos contrários à deflagração da greve, com 3,40% de abstenções. O resultado foi formalizado em ata pela comissão responsável pelo plebiscito, na terça-feira (16). Em outras palavras, a proposta de greve venceu com folga aqueles que preferiram manter as atividades docentes. A métrica se repete em várias outras universidades e institutos federais do Brasil, onde a adesão às greves vem crescendo.

Para Oswaldo Negrão, presidente do Sindicato dos Docentes da UFRN (ADURN-Sindicato), a participação da categoria representa uma “vitória da democracia”. Negrão enfatizou que “o ADURN-Sindicato conduziu o indicativo, organizou o plebiscito e respeitou o voto de todos os professores da ativa. Durante todo o processo, privilegiamos a escuta da nossa base”, afirmou.

Os professores têm demandas em duas frentes. Em conjunto com os servidores públicos federais, buscam um reajuste salarial linear de 7,06% em 2024, 7,06% em 2025 e 7,06% em 2026, totalizando 22,8%. A demanda específica da categoria é a reestruturação das carreiras do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). Na proposta de reestruturação, encaminhada pelo PROIFES-Federação, os reajustes propostos são de 9,39% em 2024, 6,82% em 2025 e 6,82% em 2026, totalizando 23,03%.

Além do plebiscito, foram realizadas duas assembleias e encontros com docentes dos campi do interior para ouvir os representados. “A participação maciça dos docentes traz grande peso à greve que será deflagrada em 22 de abril, por tempo indeterminado. O ADURN-Sindicato saúda os professores que participaram desse momento histórico”, reforçou Oswaldo Negrão.

Na quarta-feira (17), o Conselho de Representantes do ADURN-Sindicato se reunirá na sede da entidade para planejar a greve. “O próximo passo é criar nosso comando de greve para notificar a reitoria sobre a decisão da categoria”, explicou o presidente do sindicato, Oswaldo Negrão.

Mais de 20 universidades têm greves confirmadas

O início da paralisação nacional dos professores, nesta segunda-feira (15), contou com a participação de pelo menos 21 instituições federais de ensino, de acordo com dados do Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) que foram publicados pelo jornal Folha de São Paulo. Os professores e outros servidores em greve estão planejando uma marcha em Brasília para quarta-feira (17).

Universidades, centros de educação tecnológica e institutos federais de todas as regiões do Brasil já haviam anunciado a adesão à greve.

O Andes-SN destacou que, além da recomposição salarial, é imprescindível investir recursos públicos nas instituições federais de educação. O MEC (Ministério da Educação) da gestão Lula (PT) informou que está buscando alternativas para valorizar os servidores da educação. No ano passado, o governo federal concedeu um reajuste de 9% para todos os servidores, conforme alegou o Ministério. Em visita a Natal, o ministro Camilo Santana declarou que não vê motivos para as greves dos professores.

Conforme comunicado, equipes do MEC têm participado das negociações na mesa nacional e em mesas específicas para técnicos e docentes, organizadas pelo MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), além da mesa setorial que discute condições de trabalho.

Na última quinta-feira (11), o MEC realizou a primeira reunião da Mesa Setorial de Negociação Permanente. “A carreira dos técnicos-administrativos será reestruturada neste governo, mas isso depende do espaço fiscal que será determinado pela junta orçamentária e pelo governo”, afirmou Gregório Grisa, secretário executivo adjunto do MEC, na ocasião.

A posição da UFRN

A UFRN, por meio da assessoria de imprensa da reitoria, informou que aguarda a comunicação oficial por parte da representação da categoria, enquanto acompanha as reivindicações dos servidores técnico-administrativos e docentes junto ao Governo Federal, por meio da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). A Universidade não indicou se irá paralisar oficialmente o calendário acadêmico.

Informações da Tribuna do Norte