Pesquisa

Pesquisa revela torneios de futebol mais assistidos pelo torcedor brasileiro

Robbie Jay Barratt – AMA/Getty Images

A Copa do Brasil é a competição de futebol mais assistida pelos torcedores brasileiros, seguida pelo Brasileirão e pela Copa Libertadores. Os dados são da pesquisa O Maior Raio-X do Torcedor, feita em parceria por Quaest, CNN e Itatiaia.

De acordo com o levantamento, 65% dos entrevistados assistem sempre ou frequentemente à Copa do Brasil. Outros 21% disseram ver jogos do torneio às vezes, enquanto 14% dos torcedores responderam não assistir nunca ou raramente às partidas da competição.

Já no caso do Campeonato Brasileiro, 57% dos ouvidos pela pesquisa dizem assistir sempre ou com frequência, 25% assistem às vezes e 18% responderam não ver nunca ou apenas raramente os confrontos do Brasileirão.

Entre as competições europeias, a Champions League é a melhor colocada da lista, na sexta posição, atrás de Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro, Libertadores, torneios estaduais e Copa Sul-Americana.

Copa do Brasil

• Sempre / Frequentemente – 65%

• Às vezes – 21%

• Nunca / Raramente – 14%

• Não sei / Não respondeu – 0%

Campeonato Brasileiro

• Sempre / Frequentemente – 57%

• Às vezes – 25%

• Nunca / Raramente – 18%

• Não sei / Não respondeu – 0%

Copa Libertadores

• Sempre / Frequentemente – 56%

• Às vezes – 27%

• Nunca / Raramente – 16%

• Não sei / Não respondeu – 0%

Campeonato Estadual de seu estado

• Sempre / Frequentemente – 41%

• Às vezes – 28%

• Nunca / Raramente – 31%

• Não sei / Não respondeu – 0%

Copa Sul-Americana

• Sempre / Frequentemente – 28%

• Às vezes – 30%

• Nunca / Raramente – 41%

• Não sei / Não respondeu – 1%

Champions League

• Sempre / Frequentemente – 24%

• Às vezes – 19%

• Nunca / Raramente – 55%

• Não sei / Não respondeu – 1%

Série B do Brasileiro

• Sempre / Frequentemente – 20%

• Às vezes – 32%

• Nunca / Raramente – 47%

• Não sei / Não respondeu – 1%

Campeonato Brasileiro Feminino

• Sempre / Frequentemente – 16%

• Às vezes – 25%

• Nunca / Raramente – 59%

• Não sei / Não respondeu – 0%

LALIGA

• Sempre / Frequentemente – 12%

• Às vezes – 17%

• Nunca / Raramente – 71%

• Não sei / Não respondeu – 0%

Premier League

• Sempre / Frequentemente – 12%

• Às vezes – 17%

• Nunca / Raramente – 71%

• Não sei / Não respondeu – 0%

Série D do Brasileiro

• Sempre / Frequentemente – 12%

• Às vezes – 17%

• Nunca / Raramente – 69%

• Não sei / Não respondeu – 1%

Copa do Nordeste

• Sempre / Frequentemente – 11%

• Às vezes – 14%

• Nunca / Raramente – 75%

• Não sei / Não respondeu – 0%

Série C do Brasileiro

• Sempre / Frequentemente – 10%

• Às vezes – 18%

• Nunca / Raramente – 71%

• Não sei / Não respondeu – 1%

Copa Verde

• Sempre / Frequentemente – 6%

• Às vezes – 11%

• Nunca / Raramente – 80%

• Não sei / Não respondeu – 3%

Serie A

• Sempre / Frequentemente – 5%

• Às vezes – 16%

• Nunca / Raramente – 79%

• Não sei / Não respondeu – 0%

Ligue 1

• Sempre / Frequentemente – 4%

• Às vezes – 13%

• Nunca / Raramente – 82%

• Não sei / Não respondeu – 0%

Deu na CNN

Pesquisa

Pesquisadores da USP criam mapa interativo com sítios arqueológicos de SP; veja locais

Foto: Data-2-map/Reprodução

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) criaram o primeiro mapa que exibe os sítios arqueológicos em todo o Estado de São Paulo. A ferramenta fornece um panorama sobre os vestígios de materiais associados aos povos indígenas nos cerca de 2 mil sítios arqueológicos do Estado. Confira o mapa aqui.

Segundo o coordenador do projeto de pesquisa e professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP), Astolfo Gomes de Mello Araujo, o mapa mostra a diversidade de povos que habitavam São Paulo.

O Estado é um espaço de confluência de diferentes grupos humanos. Há aqueles vindos da região Central, pelo Mato Grosso, do Sudeste, por Minas Gerais, e também do Sul, a partir do Paraná. A mistura de biomas do Estado atraiu diferentes povos e resultou em uma riqueza de culturas na região, explica Araujo.

Um dos aspectos da diversidade que o mapa permite visualizar é a afinidade entre grupos indígenas. Perto da fronteira ao norte do Estado, por exemplo, materiais de tradição Tupiguarani e Aratu estão muito próximos uns dos outros. Mas, na outra ponta de São Paulo, os sítios arqueológicos Tupiguarani estão bastante afastados dos Itararé-Taquara.

Em dois cenários tão distintos, Araujo questiona se no norte paulista as duas tradições conviviam de forma harmoniosa com troca de cultura, ensinamento e aprendizados, enquanto no sul havia maior hostilidade entre Tupiguarani e Itararé-Taquara.

Essa é um dos inúmeros caminhos para formular hipóteses abertos pelo mapa, defende Araujo “É como se você chegasse no topo de uma montanha e de lá percebesse que há outras montanhas para serem exploradas”, diz o professor.

Facilitar que os alunos criem novas perguntas, aliás, é um dos objetivos da transformação dos dados em imagem. Um mapa, defende Araujo, permite processar as informações de forma melhor mais completa do que planilhas de Excel, por exemplo.

Além do nome do sítio arqueológico, o mapa criado pela equipe do MAE contém informações sobre o tipo de material, a tradição indígena e a datação. Há também uma referência de trabalho produzido a respeito, caso surja interesse para procurar mais sobre um sítio arqueológico em específico.

O mapa mostra, por exemplo, se o material encontrado em questão é cerâmica ou lítico, o que pode indicar a idade do sítio arqueológico. O lítico é mais antigo do que a cerâmica.

O trabalho usou mais de 2 mil entradas de dados de tese de doutorados e outros artigos recentes. O próximo passo será realizar o mesmo trabalho no Paraná. O mapeamento faz parte de um grande projeto de pesquisa multidisciplinar com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Falta de dados

De acordo com Araujo, outra vantagem do mapa é permitir visualizar onde também não há dados.

O mapa produzido pela equipe do MAE mostra dois grandes vazios de dados, que juntos somam 13% da área do Estado. Um deles toma todo o Vale do Tietê e se estende até o Rio Paraná, enquanto o outro fica mais ao sul do Estado e compreende o vale do Rio Peixe.

Araujo explica que o motivo da falta de dados é que ainda não há trabalhos sobre aquela área. “Nenhum arqueólogo ainda andou por ali”, explica. Ele classificou a condição de falta de dados como “absurda”, já que São Paulo é o Estado mais populoso e com maior PIB do País, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para 166 sítios arqueológicos de São Paulo, não havia dados sobre uma filiação cultural, ou seja, não se sabe a tradição que havia na área. Na avaliação do professor do MAE, a falta de informações sobre a filiação cultural é pior do que a ausência total de dados. No caso de não haver tradição, já foram gastos recursos, mas ainda assim será necessário reencontrar e reestudar os do sítio arqueológico para definir a designação cultural.

O sítio arqueológico de Morumbi

Entre os pontos marcados no mapa está o sítio arqueológico de Morumbi, o mais antigo da capital paulista. Lá a equipe do MAE/USP, da qual Araujo fazia parte, encontrou um carvão de 3.800 anos, resultado da atividade humana. A peça, provavelmente, está relacionada a atividades com fogo gerado para esquentar a pedra e, assim, permitir seu molde ou cozinhar ou aquecer as pessoas contra o frio.

O espaço funcionava como uma espécie de pedreira para povos caçadores e coletores. Eles extraiam pedra lascada para produzir ferramentas. Pelo seu Estado de preservação, o local representa um caso único na capital.

Araujo esteve envolvido em trabalhos arqueológicos na antiga pedraria desde a década de 1990, quando relocalizou a área e pôde constatar que, de fato, se tratava de um sítio arqueológico. Mas a história do sítio começou em 1960. Na época, o engenheiro Caspar Hans Luchsinger encontrou objetos de pedra lascada durante o loteamento e arruamento de um dos bairros de Morumbi. As descobertas, entretanto, ficaram 30 anos esquecidas.

Deu no Estadão

Pesquisa

Controle da inflação é avaliado como “ruim ou péssimo” por 46% dos brasileiros, aponta nova pesquisa Ipec

Foto: André Borges

 

Uma nova pesquisa de opinião divulgada pelo instituto Ipec, neste domingo (21), revela que boa parte dos brasileiros desaprova a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 7 de 8 áreas avaliadas, com destaque para o combate à inflação, categoria que foi considerada “ruim ou péssima” por 46% dos entrevistados.

As áreas da segurança pública e saúde também foram avaliadas de forma negativa por 42% dos brasileiros. Em fevereiro, a gestão do petista foi marcada por uma crise de segurança com a fuga de dois presos da penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, que só foram recapturados neste mês, após 51 dias.

Já o Ministério da Saúde, comandado por Nísia Trindade, enfrenta um surto de dengue nacional e a atuação de sua equipe tem sido colocada em xeque diante da crise.

O combate ao desemprego também não escapou da avaliação negativa de 39% dos brasileiros. A gestão de Lula no combate à fome e à pobreza foi considerado falho por 38%, de acordo com o levantamento.

A única categoria que recebeu mais avaliações positivas do que negativas foi a da educação, com 38% avaliações “ótimas ou boas”, mas que também teve a gestão desaprovada por 31%.

A pesquisa Ipec foi realizada entre os dias 4 e 8 de abril, com duas mil pessoas. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Deu na Gazeta do Povo

Pesquisa

Pesquisa revela pessimismo com a economia do país: mais de 40% veem piora no último ano

 

Pesquisa realizada com eleitores de quatro estados mostra que mais de 40% dos entrevistados consideram que a situação da economia brasileira piorou nos últimos 12 meses.

O levantamento foi realizado entre os dias 4 e 7 pela Genial Investimentos e pela Quaest. Foram ouvidos 5.410 eleitores com mais de 16 anos dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Goiás.

A pior avaliação da economia nacional ocorreu no Paraná: 49% dos entrevistados afirmaram que a situação piorou nos últimos 12 meses. Apenas 21% viram melhorias.

Em Minas Gerais e Goiás, 45% dos entrevistados também perceberam uma deterioração na economia. Entre os mineiros, 23% notaram melhorias, enquanto 24% dos goianos viram progresso.

Em São Paulo, 42% dos entrevistados acreditam que a situação econômica do país piorou, enquanto 23% viram melhorias.

A percepção em relação às economias estaduais é diferente da nacional. Em São Paulo e Minas Gerais, que têm dois dos três maiores PIBs do país, 30% dos entrevistados acreditam que a economia regional piorou nos últimos 12 meses. No Paraná, esse número é de 23% e em Goiás, de 21%.

Pelo menos 30% dos entrevistados pela Genial Investimentos/Quaest acreditam que sua situação financeira pessoal piorou em 12 meses. O problema é mais evidente no Paraná e em Minas Gerais, com 34% de respostas negativas. Em São Paulo, 31% dos entrevistados relataram uma piora, enquanto em Goiás esse número foi de 30%.

A pesquisa ouviu 1.656 pessoas em São Paulo, com uma margem de erro de 2,4 pontos percentuais. Em Minas Gerais, foram 1.506 pessoas, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais. No Paraná e em Goiás, a margem de erro é de 2,9 pontos percentuais, com 1.121 paranaenses e 1.127 goianos entrevistados.

Deu na Gazeta do Povo

Pesquisa

Governadores opositores de Lula são avaliados e aprovação chega a 86%; VEJA NÚMEROS

 

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (11) revela a aprovação e avaliação dos governadores de oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em quatro estados: São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Paraná.

A maior aprovação é do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), com 86%. Apenas 12%desaprovam sua administração, e 2% não sabem ou não responderam.

Ratinho Jr. (PSD), governador do Paraná, é aprovado por 79% dos paranaenses. A desaprovação ficou em 17%, e 4% não sabem ou não responderam.

A gestão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é aprovada por 62% dos paulistas. Outros 29% desaprovam, e 9% não sabem ou não responderam.

Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, também tem aprovação de 62%, com a desaprovação atingindo 31%. Os que não sabem ou não responderam são 7%.

Os participantes do levantamento foram ouvidos nos quatro estados diferentes entre 4 e 7 de abril:

  • São Paulo: 1.656 entrevistas, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais.
  • Minas Gerais: 1.506 entrevistas, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
  • Paraná: 1.121 entrevistas, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
  • Goiás: 1.127 entrevistas, com margem de erro de 2,9 pontos percentuais.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Deu no TBN

Pesquisa

Pesquisa Quaest mostra avaliações de SP, MG, PR e GO sobre governo Lula

Foto: Tom Molina

 

Uma nova pesquisa divulgada nesta quinta-feira (11) pela Quaest revelou os índices de aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em quatro estados brasileiros: São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Goiás. Realizada entre os dias 4 e 7 de abril e encomendada pela Genial Investimentos, a pesquisa ouviu eleitores com 16 anos ou mais. Os resultados indicam que o governo teve maior índice de aprovação entre os paulistas e mineiros, enquanto no Paraná e em Goiás a gestão a avaliação foi negativa.

Em São Paulo, 50% dos 1.656 eleitores entrevistados aprovaram o governo, enquanto 48% desaprovaram. Em Minas Gerais, dos 1.506 mineiros ouvidos, 52% aprovaram e 47% desaprovaram o governo. No Paraná, estado com menor número de entrevistados, 44% aprovaram e 54% desaprovaram o governo. Já em Goiás, 49% aprovaram e 50% desaprovaram.

Deu na JP News

Pesquisa

65% dos brasileiros acham que 8/1 foi vandalismo e 30% golpe, diz Datafolha

Foto: Marcelo Camargo

 

Uma pesquisa Datafolha, publicada nesta sexta-feira (29), aponta que 65% dos brasileiros consideram que os atos do dia 8 de fevereiro de 2023 foi um ato de vandalismo, enquanto que apenas 30% consideram uma tentativa de golpe.

Foram entrevistados pelo instituto 2.002 brasileiros nos dias 19 e 20 de março. Não souberam opinar 5% dos ouvidos em 147 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

De acordo com a pesquisa, houve diferença na avaliação do 8/1 entre eleitores do presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na avaliação dos que votaram no ex-presidente, 77% consideram o episódio como vandalismo, contra 52% do eleitorado de Lula.

Já a ideia de que houve uma tentativa de golpe alcança 46% dos eleitores do atual mandatário e 16% daqueles que apoiaram o antecessor.

Na a preferência partidária do entrevistado, 45% dos que se dizem petistas afirmam que foi uma tentativa de golpe, enquanto 78% dos que citam preferir o PL de Bolsonaro defendem que foi ato de vândalos.

O DataFolha ainda apontou que há uma discrepância de relevo na opinião daqueles 2% da amostra populacional do Datafolha que ganham mais de 10 salários mínimos. Nessa faixa, 40% acreditam que foi uma tentativa de golpe.

Os atos do dia 8 de janeiro estão sendo julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como uma tentativa de golpe. Mais de 1.400 denúncias foram elaboradas pelo Ministério Público Federal sobre o caso até agora, e 145 pessoas já foram condenadas pelo ministro Alexandre de Moraes a penas que vão de 3 a 17 anos.

Deu na Gazeta do Povo

 

Pesquisa

Maioria de brasileiros é contra descriminalização da maconha, aponta pesquisa

 

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (23) revela que 67% dos brasileiros é contra a descriminalização da maconha, enquanto outros 31% se mostraram favoráveis a liberação da droga. O instituto de pesquisas ouviu 2.002 pessoas acima de 16 aos entre os dias 19 e 20 de março, em 147 cidades brasileiras.

A descriminalização da maconha voltou ao debate nacional recentemente, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou a discussão de um processo para determinar uma quantidade mínima permitida para uso pessoal do entorpecente, diferenciando o usuário do traficante.

Ao mesmo tempo em que os ministros adiaram a análise do caso, depois de um pedido de vista do ministro Dias Toffoli, e faltando apenas um voto pela descriminalização; a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal decidiu proibir a posse e o porte de qualquer tipo e quantidade de drogas em todo o território nacional, numa demonstração clara do que os parlamentares disseram ser a vontade dos brasileiros.

No levantamento anterior, 61% dos entrevistados disseram ser contra a descriminalização da maconha, contra 36% favoráveis. De acordo com os números da pesquisa desta semana, a rejeição à descriminalização da maconha cresceu mais entre jovens de 16 a 24 anos, segmento no qual a opinião contrária à descriminalização passou de 46% para 55%.

Na faixa seguinte de idade, dos 25 aos 34 anos, esse índice passou de 56% para 65%. A margem de erro para o total da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Deu na Gazeta do Povo

Pesquisa

Avaliação negativa do governo Lula dispara e chega aos 33%

Foto: Ricardo Stuckert

 

A avaliação negativa do governo do presidente Lula (PT) disparou 3 pontos percentuais em três meses, segundo pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira (21).

Na última pesquisa do instituto, divulgada em dezembro de 2023, 30% dos entrevistados classificavam o governo do petista como “ruim ou péssimo”, na pesquisa atual, o número subiu para 33%.

Em contrapartida, a satisfação da população com o governo regrediu 3 pontos percentuais, ficando em 35%. Na última pesquisa, 38% dos entrevistados avaliavam o governo Lula como “ótimo ou bom”.

Os dados representam o pior índice de aprovação e rejeição da gestão do petista compilados pelo levantamento desde o início do mandato em janeiro de 2023.

Veja abaixo o gráfico:

O levantamento ouviu 2.002 pessoas nos dias 19 e 20 de março. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou menos.

Pesquisa, Política

Pesquisa aponta chance de segundo turno na eleição em Natal

Paulinho Freire foi quem mais cresceu em pesquisa e empata com Natália . Foto: Divulgação

 

A pesquisa Brâmane/BG sobre as intenções de votos para o primeiro turno do pleito eleitoral de 6 de outubro aponta, na sondagem estimulada, uma tendência de segundo turno em Natal. O pré-candidato do partido União Brasil, deputado federal Paulinho Freire, aparece com 17.3%, empatado matematicamente com a pré-candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) deputada federal Natália Bonavides.

Na pesquisa estimulada em que se apresenta uma lista de pré-candidatos aos leitores, a Brâmane indicou apenas os três nas citados na pesquisa espontânea, aquela em que não é citado nenhum nome de pré-candidato. O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PSD) aparece em primeiro lugar, com 39%, superando o percentual de indecisos, que foi de 18,4%. Os brancos e nulos são 8,0%.

A sondagem espontânea também mostra Carlos Eduardo isolado na frente, com 27,3%, seguido de Natalia Bonavides com 5,0% e Paulinho Freire 4,2%.

Mais atrás, empatados o deputado General Girão (PL) e o ex-deputado Rafael Motta (PSB), que pode ser o candidato do prefeito Álvaro Dias (Republicanos), ambos com 1,8%.

O próprio Álvaro Dias é citado por 1,3% dos eleitores, à frente da secretária municipal do Planejamento, Joana Guerra (Republicanos), que também aspira o apoio de Dias, empatada com o ex-vereador e ex-deputado estadual Luiz Almir e Wendell Lagartixa, com 0,3%. Os indecisos são 39,6% 18,1% votariam branco ou nulo.

REPERCUSSÃO
Ao avaliar os números da pesquisa, o vereador Preto Aquino (PSD) disse que “as pessoas não estão mais escolhendo quem votar se não tiver trabalho ou não. As pessoas reconhecem, sim, quem trabalha, quem está no dia a dia procurando melhorias para a nossa cidade”.

Dai, segundo Preto Aquino, “Paulinho é uma pessoa muito correta com o Natal. As propostas dele são propostas muito importantes para a cidade”.

Aquino conclui que “em virtude disso, não tenho dúvida que ele vai crescer muito”.

Da mesma forma pensa o vereador Klaus Araújo (PSDB) acredita que “Paulinho Chegará em maio acima de 20 pontos” nas próximas pesquisas de intenção de voto para o Executivo em Natal.

A vereadora Nina Souza (PDT) disse que o resultado da pesquisa mostra “uma tendência esperada .As pessoas de centro direita não tinham uma alternativa, agora tem”.

Nina Souza declarou que “Paulinho tem credibilidade e é um nome que agrega. Conhece Natal, e sempre teve como marca maior o diálogo. A tendência é ir crescendo, e alcançando melhores números”.

Já o vereador Dickson Júnior (PDT) disse que o resultado da pesquisa é bem satisfatório para o deputado Paulinho Freire, “visto que Natália Bonavides e Carlos Eduardo estão em pré-campanha há mais tempo e Paulinho em menos de dois meses, ainda articulando o arco de apoio, já está como segundo colocado”.

Na avaliação do vereador Felipe Alves (União Brasil) é de que Paulinho Freire “teve um crescimento muito acentuado, sobretudo considerando pouco tempo desde que anunciou a sua pré-candidatura, diferentemente de outros candidatos como a própria Natália Bonavides, que já se declarou pré-candidata desde o início do ano passado”.

Então, acrescentou Alves, “com pouco tempo de pré-campanha, ele já empatou com a segunda colocada e aponta aí um crescimento que, pela nossa experiência em campanha, é algo muito positivo porque significa uma tendência”.

VIABILIDADE
A vereadora Brisa Bracchi (PT) afirmou “seguir com a certeza de que Natália Bonavides representa um projeto popular e com viabilidade eleitoral, por isso é tratada como principal adversária”.

Brisa Bracchi argumenta que “enquanto a direita se protege com fogo amigo entre seus pré-candidatos, os ataques contra ela só crescem e, mesmo assim, ela segue subindo nas pesquisas”.

“Isso mostra que a pré-candidatura do PT e de Lula em Natal tem força”, continuou Bracchi, para concluir: “Natália foi a deputada federal mais votada em 2022 na capital e tem muito a crescer. Há um campo grande de pessoas indecisas e que não sabem ainda em quem pretendem votar em outubro. Vamos rumo ao segundo turno”.

DEFINIÇÃO
Para o vereador Eribaldo Medeiros (REDE) a essa altura “é preciso esperar o prefeito Álvaro Dias (Repuplicanos) definir para onde vai”.

“Posteriormente a isso, aí as coisas vão se definindo. Então eu prefiro não opinar agora que ainda tá muito cedo”, alertou Medeiros.

A vereadora Margarete Regia (PROS) também acha que “ainda é muito cedo” avaliar a tendência do eleitorado: “O eleitor que não tem tempo para as mídias sócias , por falta de tempo, ocupações diversas, serão a decisão dessa eleição. Esse é um momento, Logo mais outro”.

Regia opina que “quem melhor falar a linguagem do povo, principalmente a camada mais sofrida, terá um olhar diferenciado na hora do voto. Prioridade hoje é o social, apesar de termos um governo popular, ainda falta muito para resgatar o tempo perdido”.

“E quem melhor trouxer essa palavra, conexão com o povo , será observado, analisado e assim decidida a escolha”, adiantou Regia.

A pesquisa Bramane/BR ouviu 800 eleitores em Natal entre os dias 29 de fevereiro e 1º de março. A margem de erro é de 3,4%. O registro no TSE tem o código RN-09709/2024.

Deu na Tribuna do Norte