Ao ser preso, Silvinei levava carta dizendo que tinha câncer no cérebro e por isso não podia ouvir, nem falar
Foto: Polícia do Paraguai/Divulgação O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, preso após fugir do Brasil para o Paraguai, apresentou às autoridades aeroportuárias uma declaração médica em que afirma ser portador de glioblastoma multiforme grau IV, um câncer cerebral agressivo. No documento, redigido em espanhol, Vasques diz não conseguir falar nem ouvir, solicitando





















