O Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, que atende a região metropolitana de Natal, está entre os mais movimentados do Nordeste no primeiro quadrimestre de 2026. O terminal registrou 441.241 passageiros entre janeiro e abril e reforça a importância de Natal na malha aérea regional, com papel relevante no turismo e na conectividade do Rio Grande do Norte.Os dados são do Relatório de Demanda e Oferta da Anac e foram compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).
Nordeste registra maior movimentação aérea da história
Entre janeiro e abril de 2026, os aeroportos da região movimentaram 7,43 milhões de passageiros, o maior volume já registrado para o período desde o início da série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em 2000.
O número representa crescimento de 11,2% em relação ao mesmo período de 2025 e consolida o Nordeste como uma das regiões de maior expansão da aviação no país.
Voos domésticos lideram crescimento
A maior parte da movimentação foi impulsionada pelos voos domésticos, que somaram mais de 7 milhões de passageiros no primeiro quadrimestre, alta de 10,2% na comparação anual. Apenas em abril, foram 1,53 milhão de passageiros em voos nacionais, o melhor resultado já registrado para o mês.
Aviação internacional tem avanço expressivo
O segmento internacional apresentou o ritmo mais forte de crescimento. Foram 390,4 mil passageiros em voos para o exterior entre janeiro e abril, aumento de 32,8% em relação ao mesmo período de 2025.
Em abril, a região registrou 77,5 mil passageiros internacionais, alta de 13,2% na comparação anual, acompanhando a ampliação de rotas e frequências internacionais no Nordeste.
Recife lidera movimentação na região
Entre os principais aeroportos nordestinos, o destaque ficou com Recife, que liderou o fluxo com 1,65 milhão de passageiros no período. Em seguida aparecem Salvador (1,35 milhão), Fortaleza (935 mil), Maceió (532 mil) e Porto Seguro (485 mil).
Também se destacaram os aeroportos de Natal (RN), com 441.241; João Pessoa (PB), com 331.037; São Luís (MA), com 292.598; Aracaju (SE), com 233.899; e Teresina (PI), com 198.372, reforçando a capilaridade da malha aérea nordestina e a importância da aviação para a integração econômica e turística da região.




