O vereador de São Paulo e pré-candidato a deputado federal pelo PL, Lucas Pavanato, fez críticas ao governo da governadora Fátima Bezerra (PT) e afirmou que os estados do Nordeste continuam apostando “nas mesmas promessas” de governos de esquerda. As declarações foram dadas durante entrevista ao programa 12 em Ponto, da 98 FM Natal, nesta sexta-feira (3), quando o parlamentar participou da divulgação do movimento “Acorda RN“, que será realizado em Natal.
Ao defender uma mudança no cenário político da região, Pavanato afirmou que os governos de esquerda permanecem no comando de diversos estados nordestinos há anos sem, segundo ele, promover mudanças estruturais.
“Faz anos que o Brasil é governado pela esquerda. Faz anos que vários estados do Nordeste também são governados pela esquerda. Eles prometem as mesmas coisas durante todo esse tempo e nada mudou. Se as pessoas não acordarem para tomar decisões diferentes, o resultado vai continuar sendo o mesmo“, afirmou.
Críticas ao governo Fátima
Ao comentar especificamente a realidade potiguar, o cientista político e ex-vereador de São Paulo Fernando Holliday afirmou que o Rio Grande do Norte enfrenta dificuldades fiscais e associou esse cenário à gestão estadual.
“O Rio Grande do Norte está endividado. Inclusive, nós temos aqui uma governadora com mais de 60% de reprovação. Estão pagando agora a conta de um primeiro mandato completamente irresponsável“, disse.
Durante a entrevista, ele também afirmou que a reeleição de Fátima Bezerra ocorreu em um contexto de maior disponibilidade de recursos federais destinados aos estados durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), especialmente no período da pandemia.
Evento em Natal
Lucas Pavanato e Fernando Holliday estão em Natal para participar da mobilização do movimento “Acorda RN”, inspirado no “Acorda Brasil”, iniciativa lançada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL).
Segundo o vereador, o objetivo do encontro é reunir lideranças conservadoras e cidadãos interessados em discutir alternativas para o cenário político brasileiro, além de incentivar a formação de novos quadros ligados ao campo da direita.




