Cármen deixa TSE e deve ser substituída por Toffoli

A ministra Cármen Lúcia renunciou nesta quarta-feira (13) ao período restante de seu mandato no Tribunal Superior Eleitoral. Com a saída antecipada, o ministro Dias Toffoli deve assumir a vaga, de acordo com esquem de revezamento que segue o critério de antiguidade.

A escolha deve ser formalizada em sessão plenária do TSE marcada para esta quinta-feira (14).

A movimentação ocorre um dia após a posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência da Corte Eleitoral. O ministro André Mendonça assumiu a vice-presidência.

Inicialmente, o mandato de Cármen no TSE iria até agosto, mas a ministra optou por deixar não apenas a presidência, já encerrada, como também a cadeira que ocupava no tribunal.

Pela primeira vez, dois ministros indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro comandarão o TSE durante um ciclo eleitoral presidencial. Nunes Marques e Mendonça estarão à frente da Corte nas eleições de 2026, cujo primeiro turno está previsto para 4 de outubro.

O TSE é composto tradicionalmente por sete ministros efetivos: três oriundos do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça e dois juristas indicados pela Presidência da República.

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