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Transparência: governo Lula já gastou quase R$300 milhões com viagens em 2024

Transparência: governo já gastou quase R$300 milhões com viagens em 2024 1
Foto: Rogério Melo | PR

 

Durante os primeiros três meses e meio de 2024, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gastou mais de R$277,4 milhões em viagens para seus funcionários, abrangendo comissionados, terceirizados e até mesmo “convidados”.

Esse montante engloba os gastos com passagens aéreas e, especialmente, diárias, que são valores destinados aos servidores para cobrir seus custos durante as viagens. As companhias aéreas lucraram mais de R$108,8 milhões com a venda de bilhetes até o momento.

As diárias concedidas aos funcionários representaram um custo de mais de R$166 milhões para os pagadores de impostos. No ano passado, o governo petista estabeleceu um recorde nesse aspecto, com um valor sem precedentes, totalizando quase R$2,3 bilhões em despesas de viagem.

É fundamental ressaltar que esses valores, apesar de altos, não incluem os gastos referentes a Lula, Janja e aos ministros de Estado. Todos eles utilizam jatos da Força Aérea Brasileira (FAB) para suas viagens, com os custos mantidos em sigilo.

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Rogério Marinho diz que mudança em Meta Fiscal tem o objetivo de aumentar popularidade de Lula

Senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado - Foto: Edilson Rodrigues / Senado
Foto: Edilson Rodrigues / Senado

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), criticou a proposta do governo para mudar a meta fiscal para o ano de 2025. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o senador declarou que a alteração é apenas a constatação de uma situação que vai se repetir no próximo ano e nos seguintes. “Como o governo não tem nenhuma responsabilidade fiscal, tem baseado a sua gestão fiscal no aumento desenfreado de despesas e procurado fazer o equilíbrio com o aumento de impostos e buscando receitas não recorrentes, é evidente que o desequilíbrio fiscal iria acontecer”, critica.

“Eu não me espantaria se a meta que está sendo rebaixada agora seja novamente rebaixada no ano seguinte, porque vai haver um aumento substancial da dívida pública”, complementa. Rogério Marinho afirma que, na tentativa de reverter a queda na popularidade, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai ampliar gastos com políticas populistas.

“Esse governo está mostrando de maneira muito clara novamente o projeto de poder mais importante do que o bem estar, segurança fiscal e o crescimento sustentável do país a médio e longo prazo. Ou seja, não tem possibilidade nenhuma de você fazer um controle da dívida pública”, conclui.

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Lula usa camisa de R$ 2,6 mil em vídeo sobre atendimento do SUS

Lula grava vídeo para promover o SUS com camisa polo que custa mais de R$ 2,6  mil - O Contribuinte

 

Lula (PT) usou suas redes sociais, no último sábado (30), para divulgar um vídeo de Páscoa, onde abordou a demora “absurda” na fila de atendimento do Sistema Única do Saúde (SUS). Mas algo chamou mais a atenção do que o mero discurso do petista, sua camisa polo que custa cerca de R$ 2.650.

A economista Renata Barreto, através de seu perfil no Instagram, comentou que o petista estava vestindo uma camisa polo Hermès, que custa 530 dólares (cerca de R$ 2.650). Com o atual salário mínimo em R$ 1.412, um trabalhador comum terá de abrir mão de quase dois meses de trabalho para adquirir a peça ostentada por Lula. O petista, apesar da vida de luxo, é conhecido por ‘militontos’ como “o pai dos pobres”.

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Em 10 anos, número de benefícios pagos pelo INSS cresce três vezes mais do que o de contribuintes

Lista de trabalhadores tem aposentadoria ANTECIPADA pelo INSS

 

Um estudo sobre as contas da Previdência Social constatou que, em dez anos, o número de benefícios pagos pelo INSS cresceu três vezes mais do que o de contribuintes. O economista Rogério Nagamine, especialista em políticas públicas, analisou as contribuições e pagamentos da previdência de 2012 a 2022 com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE, levando em consideração quem fez ao menos uma contribuição ao ano.

Enquanto o número de contribuintes para a previdência aumentou, em média, 0,7% ao ano, os pagamentos de benefícios como aposentadorias e auxílios saltaram três vezes mais: uma média de 2,2% ao ano. Ou seja, as contribuições dos trabalhadores à previdência não acompanham a velocidade do pagamento de benefícios que crescem muito e em um ritmo mais rápido.

O estudo mostrou que, da população economicamente ativa de 129 milhões de pessoas, mais de 70 milhões não contribuíram para a previdência. Rogério Nagamine, que foi subsecretário do regime geral de Previdência Social no governo passado, afirmou que o envelhecimento da população brasileira tem desequilibrando o sistema.

Como justificativas para o desequilíbrio, o estudo também listou desempenho fraco da economia brasileira no período analisado e a evolução do mercado de trabalho abaixo da esperada. Mostrou ainda que a escolaridade tem relação direta com a contribuição. Apenas 13% dos trabalhadores sem instrução ou com menos de um ano de estudo contribuem para a previdência. No caso de trabalhadores com ensino superior, o número é de 72%.

Com informações do g1

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Saúde: 7 cidades aliadas de Lula levam 1/4 da verba extra de R$ 1,3 bilhão

 

Prefeituras ligadas a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à ministra da Saúde, Nísia Trindade, são as que mais receberam recursos excepcionais da Saúde no ano passado. Os sete municípios mais contemplados por essa verba extra, fora as capitais, são administrados por prefeitos filiados ao PT ou aliados de Lula e Nísia.

Essa verba é formada por recurso excedente que deve ser distribuído de forma estratégica para necessidades não previstas ou situações emergenciais nas áreas de média e alta complexidade. O pagamento é feito em parcela única.

Para se ter uma noção, do R$ 1,3 bilhão repassado de verba extra da Saúde em 2023 para municípios, fora as capitais, R$ 346,8 milhões foram apenas para essas sete cidades. Isso significa que um quarto do recurso seguiu para prefeituras geridas por aliados de Lula.

Deu no Metrópoles

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Gastos com buscas por fugitivos de Mossoró passam de R$ 2 milhões

 

As buscas pelos dois fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, que já duram mais de 45 dias, e os gastos da operação que envolveu mais de 600 agendas da Polícia Federal (PF), Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e a Força Nacional passam de R$ 2,1 milhões neste período.

Rogério Mendonça e Deibson Nascimento estão foragidos desde 14 de fevereiro. Foi a primeira fuga na história do sistema penitenciário federal desde a criação em 2006.

Um levantamento feito por meio de dados obtidos pelos três órgãos mostra os valores gastos para a tentativa de recaptura.

  • Polícia Federal: R$ 497.812
  • Senappen: R$ 372.218,62
  • Força Nacional: R$ 1.245.549
  • Total: R$ 2.115.579

No levantamento, a PF divulgou gastos totais de R$ 493.162 e uma diária de combustível de aeronave, o que deu o total de R$ 497.812. Já a prestação de contas da Senappen apontam R$ 114.606 gastos em passagens, R$ 205.607 em diárias e R$ 52.005 com combustível. Os gastos da Força Nacional envolvem R$ 1.026.188 em diárias, R$ 115.446 com frota e R$ 103.914 em plano de saúde.

No levantamento da GloboNews, não foi considerado salários dos agentes envolvidos nas buscas nem custos como alimentação, por exemplo.

A sexta (29) marcou o último dia do uso da Força Nacional nas buscas pelos fugitivos. O uso da Força Nacional havia sido renovado, em 20 de março, por 10 dias. A Força Nacional é composta por policiais e bombeiros militares, além de policiais civis e peritos.

De acordo com a Senappen, as próximas ações na operação em busca dos fugitivos terão um mudança de estratégia, com o uso das forças locais, como as polícias Militar, Civil e Judiciária. Segundo o titular da Senappen, a Polícia Federal também manterá a investigação.

Com informações do Metrópoles

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Órgão de controle do Judiciário, CNJ paga até R$83,4 mil a conselheiro em 1 mês

Sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Foto: Gil Ferreira/ Agência CNJ

 

Sobram no Judiciário casos de servidores e agregados que ignoram solenemente o teto salarial estabelecido pela Constituição, que juram defender, e faturam uma bolada no serviço público.

No Conselho Nacional de Justiça, o conselheiro Marcos Vinicius Jardim Rodrigues, que representa no CNJ a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ao menos desde o ano passado tem rendimentos brutos que variam entre R$41,3 mil (março de 2023) e R$83,4 mil (dezembro de 2023).

O parâmetro que estabelece o teto constitucional do serviço público é o salário de um ministro do STF, hoje por volta dos R$44 mil.

Em sete meses, dos últimos 14 analisados, Rodrigues ocupou o topo do ranking de maior vencimento entre os conselheiros do CNJ.

De janeiro de 2023 a fevereiro de 2024, quando a transparência do CNJ fez a mais recente atualização, o conselheiro ganhou R$686,1 mil.

O CNJ jurou à coluna que alguns conselheiros recebem “indenizações”, o que contribui para a “variação” nos valores recebidos mensalmente.

Deu no Diário do Poder

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Giro internacional de Lula foi R$ 27 milhões mais caro que o de Bolsonaro

 

O Itamaraty gastou R$ 27,1 milhões a mais com viagens presidenciais ao exterior durante o 1º ano do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao mesmo período da gestão de Jair Bolsonaro (PL). A comparação considera os valores convertidos pela inflação.

Sob o petista, o Ministério das Relações Exteriores desembolsou R$ 65,9 milhões nas investidas internacionais. Com o ex-presidente, as despesas somaram R$ 38,8 milhões. Os dados não incluem as despesas com passagens aéreas da FAB (Força Aérea Brasileira) –mantidos sob sigilo.

Lula ficou 62 dias fora do país em 2023 e viajou mais que seu antecessor. Isso explica em parte os custos maiores. Bolsonaro passou 38 dias no exterior em 2019.

Os gastos médios por dia viajado para ambos se deu de forma proporcional. Foi de R$ 1,06 milhão para o petista. Para o ex-presidente, o valor é um pouco menor: R$ 1,02 milhão.

O Itamaraty também enviou a origem dos gastos (hospedagem, aluguel de veículos, etc).

Deu no Poder 360

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Governo Lula deve bloquear de R$ 5 bi a R$ 15 bi em primeira revisão do Orçamento

 

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve precisar fazer um bloqueio de R$ 5 bilhões a R$ 15 bilhões para evitar um estouro no limite de despesas previsto no novo arcabouço fiscal. Não se trata de um contingenciamento, outra modalidade de trava usada quando a meta de resultado primário está em risco.

Segundo técnicos ouvidos pela Folha, a alta dos impostos vai ajudar a manter o “gastômetro” do governo dentro da margem de tolerância de até 0,25% do PIB (Produto Interno Bruto). Por isso, o contingenciamento deve ser próximo de zero.

Já o bloqueio de despesas será necessário porque gastos obrigatórios com Previdência, BPC (Benefício de Prestação Continuada) e Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária) estão crescendo.

Para evitar o risco de faltar dinheiro para essas ações, a equipe econômica precisa segurar gastos dos ministérios de forma preventiva, até ter maior clareza sobre o andamento das políticas ao longo do ano.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Governo Lula gastou R$ 6,8 milhões em pesquisas de opinião em 2023

 

O Palácio do Planalto desembolsou R$ 6,8 milhões no ano de 2023 com a realização de pesquisas de opinião pública sobre o governo. A quantia em questão foi paga ao Instituto de Pesquisa de Reputação e Imagem (Ipri), integrante do grupo FSB Comunicação, que possui um contrato com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) de R$ 75 milhões.

Os dados encomendados pelo governo teriam mostrado resultados mais positivos para o governo Lula do que levantamentos similares divulgados recentemente pelas principais empresas de pesquisa do país.

O contrato do Ipri com a Secom é de R$ 11,9 milhões e vale até o próximo dia 31 de março. Apesar de ter entrado em vigor no dia 31 de março de 2022, não houve registro de pagamentos para o instituto no primeiro ano do acordo e nem em 2024.

LEVANTAMENTO DESTOA DE OUTRAS PESQUISAS
A pesquisa mais recente divulgada pelo Ipri em relação ao governo federal indicou que 62% dos brasileiros avaliavam positivamente o trabalho da gestão de Lula enquanto outros 29% a reprovavam. A pesquisa foi realizada de 6 a 30 de janeiro de 2024, com 21.515 entrevistas domiciliares nas 27 unidades da Federação.

O índice, porém, destoa consideravelmente de outras pesquisas similares divulgadas por institutos brasileiros. A pesquisa Atlas Intel divulgada nesta quinta-feira (7), por exemplo, indicou que 47% dos brasileiros aprovavam o presidente. Um dia antes, o levantamento da Genial/Quaest, apontou que o índice de aprovação era de 51%.

Deu no Poder360