A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu nesta terça-feira (25) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o Exército não fique definitivamente com as dez armas de fogo apreendidas pela Polícia Federal em julho.
Os advogados solicitaram que seja mantido o prazo regulamentar de 90 dias para a transferência da titularidade das armas e defenderam que o armamento não seja destruído nem doado.
Na segunda-feira (24), a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia pedido que as armas fossem encaminhadas ao Exército. A medida depende de autorização de Moraes.
A Polícia Federal informou que não cabe à corporação definir a destinação das armas, já que a apreensão ocorreu por determinação judicial.
Ao prorrogar por tempo indeterminado a prisão domiciliar de Bolsonaro, Moraes também revogou o porte de arma do ex-presidente. O ministro determinou ainda a apreensão de uma pistola que pertencia a Bolsonaro e foi encontrada com um sargento do Exército durante uma abordagem policial em Brasília.
Com informações da CNN



