Temendo a retomada da desconfiança nacional relativa à insegurança das urnas eletrônicas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se apressou em negar que seu sistema tivesse sido hackeado para o cometimento dos crimes envolvendo a falsa “filiação” de Flavio Bolsonaro ao Missão, com o objetivo de inviabilizar o registro de sua candidatura.
Quem fez isso não é “zé mané”, conhece a legislação ou foi orientado por especialista, porque a filiação a novo partido cancela de imediato a filiação anterior.
Ao contrário do que muitos pensam, para se desfiliar a um partido não precisa de qualquer comunicação formal. Basta se filiar a outro.
O crime seria perfeito se o presidente do TSE fosse outro, mas o ministro Nunes Marques restabeleceu a filiação ao PL quando percebeu a jogada.
O crime daria certo se fosse descoberto fora do prazo. Seria tão inútil reclamar quanto se queixar após o fim do jogo do pênalti não marcado.
Políticos de quase todos os partidos se manifestaram sobre a criminosa falsa filiação de Flávio, mas o silêncio do governo provocou suspeitas…
Deu no Diário do Poder



