Para não gerar ruídos na campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, o PL fez chegar aos aliados que não tem nome definido para a presidência da Câmara, hoje ocupada por Hugo Motta, que terá dificuldades para se reeleger.
No Republicanos de Motta, a prioridade é sua recondução, mas o partido não topa o “abraço de afogados”: prefere manter o posto a se inviabilizar para proteger o Motta. Não por acaso, Marcos Pereira (SP), presidente da sigla, passou a ser cogitado. Mas ainda não prosperou.
Eventual substituição de Motta já despertou falatório e ciumeira no Republicanos. A quem pergunta, Pereira jura que não está na disputa.
Além de virar governista, Motta declarou voto em Lula (PT) na tentativa fracassada de eleger o pai senador na Paraíba. Desfeita não se esquece.
A parlamentares do Republicanos, Flávio evita bola dividida. Diz que não tem problemas com Motta e que não seria entrave em eventual acordo.
Deputados que se elegeram à sombra de Bolsonaro defendem outro nome, Pedro Lupion (Rep-PR), deputado que é líder do agronegócio.
Deu no Diário do Poder



