Foto: Reprodução
A operação tem como alvo ex-diretores da companhia, suspeitos de participação no esquema de manipulação de dados contábeis que teria inflado resultados financeiros ao longo de anos, conforme informações da coluna Mirelle Pinheiro, do Metrópoles.
Ao todo, cerca de 180 policiais federais cumprem dois mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro. A ação também conta com apoio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Ministério Público Federal (MPF).
Por decisão da Justiça, foi autorizado ainda o sequestro de bens e valores dos investigados. As medidas patrimoniais podem chegar a R$ 54 bilhões, com bloqueios individuais que alcançam até R$ 500 milhões.
Segundo a PF, as investigações apuram a atuação de ex-executivos em um esquema de distorção das demonstrações financeiras da empresa, com uso de mecanismos como as chamadas verbas de propaganda cooperada (VPC), que teriam sido usadas para mascarar resultados.
Os investigados podem responder por crimes como manipulação de mercado, falsidade em demonstrações financeiras, associação criminosa e lavagem de dinheiro. As apurações seguem para identificar a responsabilidade individual de cada envolvido no caso que levou à revelação das inconsistências bilionárias e à recuperação judicial da varejista em 2023.
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