A militância petista no Itamaraty fez chegar a Lula (PT) a “sugestão” de negar agrément ao deputado Daniel Perez, que o presidente Donald Trump escolheu como futuro embaixador dos Estados Unidos em Brasília.
Antes da oficialização, os governos anfitriões são informados da escolha e solicitados a emitir um “de acordo”, o agrément. Somente após essa etapa a indicação é formalizada. São raras as recusas de agrément, mas, no Brasil, há sempre precedente para desfeitas dessa natureza.
O ódio a judeus fez Dilma (PT) negar agrément ao embaixador de Israel em 2016. Em resposta, Tel Aviv tachou o Brasil de “anão diplomático”.
Em 2025, Lula nem respondeu ao pedido de agrément para Gali Dagan como embaixador de Israel. Com a demora, a indicação foi retirada.
O alvo da desfeita não seria Trump diretamente, mas o chanceler Marco Rubio, que citou Brasil e Cuba entre os governos hostis aos EUA.
O detalhe é que o secretário de Estado Marco Rubio e Daniel Perez são filhos de cubanos perseguidos que adquiriram horror à esquerda.
Deu no Diário do Poder




