Vídeo: Reprodução/Jornal Nacional
A Polícia Federal solicitou a prorrogação dos inquéritos que investigam Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, sob suspeita de tráfico de influência. As autoridades policiais apuram supostas irregularidades em contratos do Ministério da Saúde e da Dataprev, empresa pública responsável pelo gerenciamento de dados da Previdência Social e de outros programas governamentais.
As investigações envolvem outros nomes e atraem forte repercussão política devido ao momento eleitoral.
O Que Dizem os Citados
Roberta Luschsinger
A defesa da lobista argumenta que o inquérito já dura um ano sem que nada tenha sido encontrado. Sustenta que qualquer movimentação nesta fase revela interesse político-eleitoreiro, defendendo que o desfecho correto seria o arquivamento do caso.
Antônio Carlos Camilo Antunes
Os advogados afirmam que não houve nenhum tipo de ilicitude na atuação do cliente e ressalta que ele está preso há 13 meses aguardando julgamento dos recursos referentes à sua prisão.
Fernando Bittar
A defesa aponta que a coincidência de pedidos de prorrogação ocorrerem na antevéspera da eleição presidencial evidenciando um claro viés político na condução da investigação.
Marco Aurélio Santana Ribeiro
Os advogados de Marco Aurélio negam qualquer intermediação de negociações, encaminhamento de documentos para compras e licitações públicas ou atuação em favor de interesses privados durante o período em que esteve à frente do Gabinete da Presidência. Informa ainda que o cliente já quitou o empréstimo contraído com Roberta Luschsinger e que mantém confiança no trabalho da Polícia Federal.
Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha)
O Jornal Nacional tentou contato com a defesa do investigado, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.
Com informações do Jornal Nacional/TV Globo



