O Pix por aproximação deixa de ter, a partir desta quinta-feira, o limite fixo de R$ 500 por transação. A regra, estabelecida pelo Banco Central (BC), determina que os pagamentos feitos ao aproximar o celular da maquininha passem a seguir os mesmos limites aplicados ao Pix tradicional, por chave ou QR Code.
Os valores são definidos por cada banco ou instituição financeira de acordo com os parâmetros aplicados ao cliente. Também é possível solicitar alterações nos limites pelo aplicativo ou pelo internet banking.
A mudança foi aprovada pelo Banco Central em 17 de junho. A norma revogou as regras que estabeleciam tratamento específico para o Pix por aproximação e para transações iniciadas sem redirecionamento no Open Finance, incluindo pagamentos realizados por carteiras digitais.
As instituições financeiras tiveram até esta quarta-feira (01) para adaptar os sistemas à nova regra.
Limite continua sendo definido pelo banco
O fim do teto de R$ 500 não significa que as transações por aproximação ficarão sem limite. Os bancos continuam aplicando valores máximos de acordo com o perfil de risco e o histórico de cada cliente.
O consumidor pode solicitar a redução ou o aumento desses limites pelos canais digitais da instituição. Os pedidos de aumento podem ser aprovados ou recusados pelo banco, conforme os critérios utilizados para o Pix tradicional.
Pix Automático
A mesma instrução normativa também alterou as regras do Pix Automático, modalidade utilizada para pagamentos recorrentes, como contas de consumo e assinaturas. A partir da mudança, o cliente também pode solicitar o aumento ou a redução do limite diário utilizado nas transações do Pix Automático.



