Concluído o prazo para renúncia de governadores e demais ocupantes de cargos do Executivo, além da janela do troca-troca partidário, a cúpula do PL avalia que o resultado foi positivo para Flávio Bolsonaro, que enfrentará Lula este ano. Nos governos, pouco muda com os vices no poder, mas o reforço pesa nas composições para o Senado. O Distrito Federal, com a governadora Celina Leão (PP), amiga de Michelle Bolsonaro, candidata ao Senado, é um palanque celebrado pelo PL.
No eleitorado conservador do DF, a chapa Celina/Michelle puxa votos para Flávio, com apoio de Ibaneis Rocha (MDB), que disputa o Senado.
Lula larga com mais governadores do que Flávio, que irá receber apoio de estados com mais eleitores: 57,3 milhões x 53 milhões.
No PL, é certo um segundo turno com Flávio e Lula. O partido espera alta do senador em estados como Paraná, Goiás e Minas Gerais.
Os liberais ainda planejam somar mais votos após a janela partidária ter turbinado a bancada do PL na Câmara, acrescentando 10 deputados.
Deu no Diário do Poder




