Vídeo: Reprodução/CNN
O avanço da guerra envolvendo o Irã já provoca um forte impacto no mercado internacional de energia, elevando o preço do petróleo e gerando preocupação entre governos ao redor do mundo. Segundo análise do jornalista William Waack, o choque atual já é descrito por especialistas como um dos maiores da história recente.
De acordo com o jornalista Waack, da CNN, o cenário mais temido se confirmou: a interrupção parcial no fornecimento de petróleo por conta das ações militares no Oriente Médio. O conflito, que envolve Israel e os Estados Unidos, acabou pressionando os mercados globais e ampliando a incerteza sobre a estabilidade do abastecimento energético.
Nos Estados Unidos, o governo de Donald Trump chegou a sugerir possíveis intervenções para tentar conter a escalada dos preços, o que aumentou ainda mais a tensão nos mercados financeiros. A preocupação é que a alta do barril tenha efeitos em cadeia sobre inflação, crescimento econômico e consumo em diversos países.
No Brasil, o governo também adotou medidas para tentar amenizar os impactos. Como a Petrobras não reajusta os preços internos há algum tempo — especialmente no caso do diesel —, consumidores passaram a estocar combustível diante da expectativa de aumento, o que acendeu alerta para risco de desabastecimento.
Como resposta, o governo federal decidiu zerar impostos federais sobre combustíveis e pediu que governadores façam o mesmo com tributos estaduais. A avaliação é que a medida busca conter os efeitos econômicos e também o impacto político de uma eventual disparada no preço dos combustíveis.




