O Bolsa Família completou duas décadas em meio a um paradoxo gritante: em vez de acesso à ascensão social, virou uma rede de dependência crônica que expõe o fiasco das políticas assistencialistas.
Lançado em 2003 para “erradicar a miséria”, o programa prometia transferência de renda e porta de saída para a pobreza. Era mentira. Estudos independentes revelam que 20% das crianças e adolescentes atendidos em 2005, hoje, adultos, ainda dependem do benefício.
O Brasil assiste o oposto da prometida ascensão social dos mais pobres: inchaço persistente refletindo o fracasso em atacar as raízes da pobreza.
Não precisa ser gênio: o governo mantém os pobres presos ao Bolsa Família para lhes cobrar “gratidão’ por meio do voto, a cada eleição.
Com a economia estagnada, o Brasil do PT perpetua o assistencialismo em vez de fomentar empregos dignos e educação transformadora.
O Bolsa Família virou “o maior programa de compra de votos do mundo”, como certa vez definiu o então senador Jarbas Vasconcelos (MDB-PE).
Deu no Diário do Poder




