Lula quer usar a saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e Segurança Pública como janela de oportunidade para destravar a indicação de Jorge Messias, atual advogado-geral da União, ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Em estudo no Planalto está a separação de Justiça e da Segurança Pública, passando ao menos uma das partes para o centrão. Lula ensaia um aceno a Davi Alcolumbre (União-AP) para desanuviar o péssimo clima instalado com o presidente do Senado.
Se fala até em ressuscitar Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para uma das pastas. O senador foi o pivô da última crise entre Lula e Alcolumbre.
O problema para Lula é que, uma vez nomeando Pacheco, aliado de Alcolumbre, eventual demissão do posto é declaração de guerra.
Não sendo Pacheco, Lula avalia costurar com os senadores uma indicação que viabilize a aprovação de Messias.
Para 2026, a perspectiva é de ainda mais gastos com emendas. O Orçamento do ano, já aprovado, prevê pagamento de R$61 bilhões.
Deu no Diário do Poder




