O governo de Israel ratificou nesta quinta-feira (9) o acordo com o Hamas para um cessar-fogo e a devolução dos reféns em poder do grupo terrorista. Com isso, começa a contar o prazo de 24 horas para a implementação do cessar-fogo na Faixa de Gaza.
O acordo prevê a libertação dos reféns pelo Hamas em um prazo de 72 horas. Mais cedo, o Hamas já havia assinado o acordo e declarado um cessar-fogo permanente.
Antes da aprovação do governo de Israel, a proposta passou pelo Conselho de Segurança do país.
Dois dos representantes da extrema direita israelense que compõem o governo de Netanyahu votaram contra a aprovação do acordo, segundo a imprensa israelense: Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança Nacional, e Bezalel Smotrich, das Finanças.
Ao fim da reunião do Conselho, Ben-Gvir disse que ele e seu partido derrubariam o governo de Netanyahu caso o Hamas não fosse desmantelado.
Em uma entrevista ao canal norte-americano Fox News, o ministro de Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar, disse que o país não pretende prosseguir com a guerra após a assinatura do acordo.
Mais cedo, Khalil Al-Hayy, negociador-chefe do Hamas nas conversas sobre o plano de paz, declarou o fim da guerra contra Israel. Segundo ele, o grupo recebeu garantias dos Estados Unidos e de mediadores de países árabes sobre um cessar-fogo permanente.
Deu na CNN




