Lula e seus marqueteiros perderam a linha recorrendo à desinformação eleitoreira contra a decisão dos EUA de impor ao Brasil novas sanções tarifárias por “práticas abusivas”. Lula tentou atribuir a decisão a Flávio e ao irmão Eduardo, os “traidores”, pregando a morte de ambos, mas mentiu: as sanções decorrem de investigação iniciada há quase um ano no âmbito da seção 301 do USTR (espécie de ministério do comércio dos EUA), cujo resultado saiu ontem. Nada a ver com a família Bolsonaro, tudo a ver com a expectativa de melhorar nas pesquisas, como em 2025.
Corre com os panos
Após a nota oficial na qual o governo ameaça retaliar contra os EUA, o vice-presidente Geraldo Alckmin foi às redes sociais defender o diálogo.
Palavra do vice
“Diálogos entre os presidentes Lula e Trump prosseguirão em busca de melhor relação comercial para ambos os países”, afirmou Alckmin.
Esquece a ameaça
Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad também foi rápido na defesa do diálogo entre Brasil e EUA.
Distensiona
“Antes de qualquer escalada, o Brasil deve esgotar os caminhos do diálogo”, defendeu Trad, que não quer usar a lei para aumentar tensões.
Diário do Poder




