A família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, conhecido como “Sicário”, afirmou que ainda não teve acesso às imagens de segurança, aos autos da investigação e nem ao laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre a morte dele, ocorrida após período sob custódia da Polícia Federal.
Segundo nota divulgada, os familiares dizem que só souberam da suposta tentativa de suicídio por meio da imprensa e criticam a falta de comunicação oficial por parte das autoridades. O caso é investigado pela Polícia Federal sob supervisão do Supremo Tribunal Federal.
A família também contesta o uso do apelido “Sicário” nas investigações, afirmando que não há comprovação pública de envolvimento de Mourão em crimes violentos. A defesa sustenta que as acusações são graves e não foram acompanhadas de provas apresentadas até o momento.
Além disso, os familiares cobram acesso aos dados da investigação, incluindo informações da operação que apura o caso, e pedem esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte. Mourão morreu no início de março, após ser internado em Minas Gerais, e o caso segue sob apuração.
Blog do Gustavo Negreiros




