A decisão de Alexandre de Moraes de vincular a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro ao estado de saúde, devido à pneumonia, deixou felizes os inimigos do ex-presidente no Planalto. É que a decisão impede que ele receba aliados políticos, limitando espaço de articulação em momento crucial para alianças com vistas as eleições no Senado, prioritárias para a direita porque é ali onde se pode deflagrar impeachment de ministros do STF. Moraes limitou as visitas só a advogados, médicos e familiares.
O ministro amarrou a domiciliar à condição de saúde e justifica a suspensão das visitas com “evitar risco de sepse e controle de infecções”
Se Começar hoje (25), a domiciliar termina a menos de um mês do início das convenções partidárias, quando partidos oficializam os candidatos.
Na Papudinha, Bolsonaro podia receber aliados. A depender da prorrogação da domiciliar, só volta após candidaturas já registradas.
Sem poder receber outras visitas, eventual prorrogação da domiciliar, como apontado no despacho, segura Bolsonaro até o fim de setembro.
Deu no Diário do Poder




