Ministros e auxiliares próximos a Lula se queixam do nervosismo do petista, agravado nas últimas duas semanas. O grupo relata reuniões tensas, descontrole e gritos de palavrões ouvidos fora do gabinete. A irritação pirou após as pesquisas apontado a subida do adversário Flávio Bolsonaro (PL). Na última semana, ficou apoplético com o desgaste gerado pelo preço do diesel, apurado em tracking (pesquisa) diário. Lula não entende o que se passa e culpa os “incompetentes” que o cercam.
Ministros contam que até tentam explicar que casos como o aumento dos combustíveis, são questões multisetoriais, incluindo Estados… em vão.
Ele culpa a área de Comunicação por não haver garantido os dividendos eleitorais que imaginava com a suposta “isenção do Imposto de Renda”.
Lula vê contaminação eleitoral no caso do diesel e lembra do desgaste que pode virar uma eventual greve dos caminhoneiros.
O maior temor não é do fracasso do governo, mas da reeleição. Lula perde o prumo diante do risco de eventual derrota para Flávio Bolsonaro.
Deu no Diário do Poder




