O Rio Grande do Norte registrou alta de 55% no número de turistas internacionais em 2025, segundo dados consolidados e exclusivos da Amadeus/FowardKeys sobre chegadas e permanência de viajantes estrangeiros. O índice é o segundo maior do país em um ano em que o Brasil bateu recordes no setor.
O mesmo estudo aponta que o estado deve crescer 73% em 2026 no turismo internacional, mantendo o ritmo de expansão observado entre 2024 e 2025. A análise também indica uma redistribuição do fluxo turístico entre os estados brasileiros.
Os números e o detalhamento dos rankings e variações apresentados pela Amadeus são destaque na edição da revista do Fórum PANROTAS 2026. O levantamento mostra que a Argentina respondeu pelo maior número de visitantes internacionais no Brasil e no Rio Grande do Norte, com 53,5% do total.
“Para mim, esses resultados estão sustentados em três pilares muito claros. Primeiro: posicionamento de destino. O RN passou a se afirmar como um destino verde, acolhedor, seguro, com boas estradas e de experiências exclusivas. Não vendemos mais paisagens. Estamos entregando sensações. Segundo: conectividade aérea. Mais voos internacionais, já são 3 em menos de um ano e meio. Além da ampliação de oferta das três companhias nacionais, através da nossa política de incentivo fiscal. Terceiro: investimento consistente em promoção. Com inteligência de mercado, com base em dados, e presença estratégica em grandes veículos. Só nos primeiros quatro meses de 2026, colocamos o Rio Grande do Norte em quase mil minutos na Rede Globo nacional”, afirma Raoni Fernandes, diretor-presidente da Emprotur.
De acordo com a Amadeus, o ciclo deve continuar em 2026, com a consolidação de novos polos nacionais, entre eles o Rio Grande do Norte.
“Estamos prontos para o crescimento previsto neste ano. Temos a confiança do mercado internacional, com bons produtos e uma inesgotável fonte de novidades: Gostoso se consolidou de vez na prateleira que já contava com Natal e Pipa; Galinhos, Furna Feia e Geoparque Seridó despontam como estrelas na internacionalização”, ressalta Raoni.
Deu no Agora RN




