Por Mateus Nácer – Os Libertários
Nos últimos anos, o termo patriotismo foi sequestrado pelo discurso político da esquerda. Passou a ser usado como verniz retórico por aqueles que, na prática, sempre atuaram em favor de projetos ideológicos, partidários e internacionais que pouco — ou nada — têm a ver com os interesses do povo brasileiro. É nesse ponto que se torna necessário separar narrativa de realidade.
Lula nunca foi um patriota no sentido histórico e moral da palavra. Sua trajetória política está profundamente ligada a um projeto ideológico de poder, construído muito além das fronteiras do Brasil. O Foro de São Paulo, criado e articulado com sua participação direta, não é uma invenção retórica: trata-se de um espaço de articulação de partidos comunistas e movimentos de esquerda latino-americanos, associados a regimes autoritários, narcoterrorismo, organizações armadas e práticas incompatíveis com qualquer nuance de democracia. Ao longo de décadas, Lula construiu alianças políticas com ditaduras, grupos revolucionários e governos que perseguem opositores, censuram a imprensa e violam direitos humanos.
Lula pertence ao sistema. Sempre pertenceu. Foi sustentado por ele, protegido por ele e, quando necessário, reabilitado por ele. O mesmo sistema que se alimenta do aparelhamento do Estado, da dependência social, do controle narrativo e da desconstrução dos valores que formaram a Nação brasileira: fé, família, soberania e liberdade.
Do outro lado está Jair Bolsonaro. Um político que jamais foi perfeito, mas que ousou enfrentar estruturas que ninguém antes teve coragem de desafiar. Bolsonaro rompeu consensos artificiais, contrariou interesses poderosos, enfrentou a velha política, a imprensa militante, setores do Judiciário e elites acostumadas a mandar sem serem questionadas. E, por isso, paga um preço altíssimo até hoje, sendo perseguido e torturado pelo sistema podre que se apossou do Brasil.
Bolsonaro não construiu sua imagem no marketing do “amor”, mas na defesa clara de princípios. Defendeu a soberania nacional, o direito do cidadão, as forças de segurança, os valores cristãos e a liberdade individual. Não se curvou ao globalismo ideológico nem transformou o Brasil em satélite de projetos internacionais fracassados.
Dizer que ser bolsonarista é doença ou insanidade é uma tentativa de desumanizar milhões de brasileiros que apenas se recusam a aceitar a mentira como regra. Ser bolsonarista é, para muitos, compreender que só existe hoje um campo político que enfrenta o sistema que quer aprisionar o povo brasileiro, enfraquecer a Pátria e destruir seus fundamentos morais. Quem é o verdadeiro patriota?
A história mostra que o mal raramente se apresenta como tal. Ele se disfarça, seduz, promete justiça enquanto constrói opressão. Como alertou o apóstolo Paulo:
“Mas não me surpreendo. Até mesmo Satanás se disfarça de anjo de luz. Portanto, não é de admirar que seus servos também finjam ser servos da justiça. No fim, receberão o castigo que suas obras merecem.”
(2 Coríntios 11:14–15)
Não se deixe enganar. Patriotismo não é discurso; é escolha, é hombridade e caráter.
E a história cobrará de cada um de que lado esteve quando o Brasil mais precisou.




