O contrato do Banco Master com o escritório de Ricardo Lewandowski objetivava recrutar o ministro aposentado do STF para seu conselho de administração, mediante R$250 mil mensais, totalizando de R$6,5 milhões.
O contrato, a pedido do líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), fez Lewandowski participar de duas reuniões, mas sua posse no Ministério da Justiça mudou tudo. Durante 21 meses os R$250 mil foram pagos, até a Polícia Federal prender Daniel Vorcaro.
À coluna, a assessoria de Lewandowski garantiu que o convite para integrar o conselho do Master não aconteceu e que ele nunca aceitaria.
Amigos de Lewandowski juram que a demissão foi por “motivo pessoal”, mas ele confessou a Lula o temor de o contrato constranger o governo.
Lewandowski se queixa do enfraquecimento do cargo, sem que o governo se empenhasse na aprovação das suas propostas, daí a saída.
Ele sustenta que o contrato milionário, na pessoa física, não seria ilegal. Mas o Master o queria e não ao escritório tocado pelos filhos.
Deu no Diário do Poder




