Em ao menos dois gabinetes do Supremo Tribunal Federal (STF) as apostas são de que o ministro Dias Toffoli, relator do caso do Banco Master na Corte, só vai tomar uma decisão sobre descer ou não o processo para a primeira instância após o Carnaval. Nos corredores do STF, contam que o ministro até admite tirar o caso do Supremo, mas não corre o risco de eventual declaração de suspeição. E, quando o processo voltar ao STF, pelo trâmite natural, Toffoli deve reassumir a relatoria.
Nota do presidente do STF, Edson Fachin, em “defesa” da “democracia” e do ministro, foi vista como preparativo para se livrar do caso.
Parte da construção da “descida” de instância está nos depoimentos à Polícia Federal de enrolados no caso, nesta segunda (26) e terça (27).
Caso haja resistência, as decisões de Toffoli devem ser levadas ao Plenário da Corte, sob risco de derrota e enfraquecimento público.
Antes da decisão, Toffoli deve se reunir com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. O ministro está em pé de guerra com a instituição.
Deu no Diário do Poder




