O vai e vem de servidores, juízes auxiliares, desembargadores e até “colaboradores eventuais” do Tribunal Superior do Trabalho (TST) custou R$2.027.225,45 apenas em 2025.
A maior parte das viagens foi nacional e inclui Brasília como um dos trechos. Entre as justificativas estão eventos de formação e correições ordinárias. O TST foi procurado para se manifestar. O espaço segue aberto.
O maior custo unitário foi de R$71,4 mil para uma viagem da ministra Katia Magalhães Arruda para Lisboa (Portugal).
O pico da gastança ocorreu em abril e agosto, que registra viagens com destinos como Lima (Peru) e Belém (PA), R$280 mil em cada mês.
A viagem internacional a Lima foi justificada com cursos de qualificação. No caso da capital paraense, foi a fracassada COP-30.
Os dados foram levantados pela Coluna Cláudio Humberto com informações do Portal da Transparência.




