O fim do narcoditador Nicolás Maduro devolveu às telinhas preciosos documentários sobre a tragédia da Venezuela, lembrando-nos dos facínoras que reinventaram a ditadura, por meio do controle de um Legislativo acuado, eleições fraudadas (e ai de quem as criticasse), não sem antes de tornar inelegíveis e prender adversários. E exportaram o definido no Foro de São Paulo, acusando adversários de “atentado contra a democracia” e os tachando de “traidores da pátria” e etc.
Chamavam críticas à “desinformação” ou de “fake news”, mas, quando se sentiam acuados, recorriam à velha mentira da “defesa da soberania”.
Antes da ditadura descarada, a Venezuela se viu sob ditadura disfarçada, “relativa”. Os golpistas seguiram um método, o plano chavista.
Após tornar inelegíveis, prender e matar opositores, o regime de Chávez e Maduro fechou emissoras e jornais, prendeu e matou jornalistas.
Maduro no xilindró, a ditadura prendeu 14 jornalistas, profissionais como os que no Brasil preferem defender o tirano e atacar o xerife “malvadão”.
Deu no Diário do Poder




