Foto: Arte Metrópoles
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro negou, nesta quinta-feira (8), que ele tenha contratado influenciadores digitais para difamar o Banco Central (BC) ou autoridades públicas. Em petição protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF), os advogados afirmam que Vorcaro é, na verdade, alvo de uma campanha difamatória organizada e pedem que a Corte investigue a origem das publicações que o envolvem.
A informação é da coluna Dinheiro & Negócios, do Metrópoles. O pedido foi endereçado ao ministro Dias Toffoli e assinado pelos advogados Roberto Podval, Pierpaolo Cruz Botini e Sérgio Leonardo. No documento, a defesa sustenta que o banqueiro sofre um “massivo ataque reputacional”, com disseminação constante de fake news de forma “orquestrada e coordenada”. Segundo os advogados, Vorcaro não difamou nem contratou terceiros para atacar qualquer instituição.
A manifestação ocorre no mesmo dia em que a Polícia Federal informou analisar a abertura de um inquérito para investigar a suposta contratação de influenciadores digitais com o objetivo de defender o Banco Master e atacar o BC após a liquidação da instituição financeira. O caso ganhou repercussão depois que um influenciador relatou ter sido procurado para participar da suposta campanha.
Na petição, a defesa afirma que Vorcaro tem sido alvo recorrente de matérias que extrapolariam o direito à informação, citando “perseguição sistemática” e até “cyberstalking” por parte de sites e blogs. Os advogados anexaram links que, segundo eles, comprovariam os ataques ao banqueiro. Também destacam que Vorcaro nega qualquer envolvimento com uma suposta milícia digital e que vem cumprindo medidas cautelares impostas pela Justiça, como o uso de tornozeleira eletrônica.
Com informações do Metrópoles




