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O presidente Lula (PT) subiu o tom e voltou a cobrar publicamente o avanço da PEC da Segurança Pública. A matéria encontra-se travada no Senado desde março sob a condução do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
O petista argumentou que a União necessita de maior poder constitucional sobre a área e afirmou que, no modelo atual, os chefes dos executivos estaduais acabam se tornando “reféns” de suas próprias forças policiais.
Lula justificou a necessidade da mudança fazendo uma autocrítica sobre a Assembleia Constituinte de 1988, da qual fez parte. Segundo ele, o texto promulgado limitou o papel do governo federal na segurança, o que, em sua visão atual, “não deu muito certo”.
A aprovação da PEC é tratada pelos bastidores do Palácio do Planalto como um trunfo eleitoral prioritário.
O avanço do texto é apontado pelo governo como condição indispensável para a criação definitiva do Ministério da Segurança Pública, pasta que hoje permanece unificada ao Ministério da Justiça.




