Jessé Kurchil explica sua versão sobre confusão na Câmara de São Paulo: “Muito bonito tirar as falas de contexto”

Nesta sexta-feira (15), o jovem Jessé Kuchla, de 17 anos, do Instituto União Conservadora, em suas redes sociais, explicou o seu protesto durante sessão na Câmara Municipal de São Paulo que gerou confusão entre sindicalistas, professores e vereadores da esquerda. Em suas palavras, ele afirma: “Tomem vergonha nas suas caras e voltem para a sala de aula! Bando de vagabundo!”.

Durante a sua fala na Câmara Municipal de São Paulo, Jessé afirma que os professores merecem dignidade, mas não faziam greve quando o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, aumentou em 0,01% no piso salarial dos professores e o corte de R$ 40 bilhões na educação. “Eu não sou contra a greve, o único problema é quando a greve, quando a manifestação, vira carteirinha. É bater ponto para a greve, é bater ponto para a manifestação.”.

A fala foi criticada pelos vereadores da esquerda, incluindo Luna Zarattini (PT), que afirma: “O que aconteceu hoje aqui foi uma vergonha. Porque vocês que estão segurando a educação, a saúde, a assistência, a cultura, na cidade de São Paulo. Vocês deveriam ser chamados de heróis.” E também a vereadora Silvia Ferraro, da bancada feminista, que afirma: “Inaceitável que qualquer um suba aqui na tribuna para chamar servidor público e professor de ‘vagabundo’.”.

No entanto, o jovem usou as redes sociais para expor a sua versão para o público sobre a confusão. “Eu não chamei professores e trabalhadores de vagabundo. A minha ofensiva foi para os sindicalistas e para os professores que estão há mais de duas semanas sem ir para a escola por conta de militância e ideologia. E esse, sim, é o motivo dessa greve. Quantos alunos, quantas crianças estão sem ir para a escola há mais de 2 semanas por conta da greve? Quantos pais não puderam ir trabalhar, porque tiveram que deixar suas crianças em casa, porque não tinha escola disponível, porque os professores estavam de greve? Eu visitei escolas municipais durante a greve, a situação que eu, Jessé, vi foi professores, trabalhadores que não se curvaram à greve, tiveram que atender centenas, talvez até milhares de crianças em um grupo profissional extremamente reduzido.”, afirma Jessé Kuchla.

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