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O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, mostrou que não economizava nem enquanto estava prestes a ser preso. Em junho de 2024, suas três faturas de cartão de crédito somaram R$ 2,4 milhões, pagos com recursos de sua conta no Bradesco da Faria Lima, em São Paulo.
O padrão de gastos luxuosos chamou atenção da Polícia Federal, que o prendeu em novembro, enquanto tentava embarcar para Dubai.
O luxo não parava por aí. Em setembro, Vorcaro gastou R$ 1,8 milhão em cartões; em novembro, mês da prisão, foram R$ 1,7 milhão.
Apenas a movimentação pessoal do banqueiro entre 2016 e 2025 já soma cifras milionárias — R$ 909,9 milhões em 2023, um crescimento brutal frente aos R$ 133,1 milhões de 2016.
Entre compras absurdas, o empresário desembolsou R$ 1,3 milhão em Hermès, R$ 491 mil em Saint Laurent e R$ 227 mil em joias da Bvlgari.
O gosto pelo luxo se estendia a experiências exclusivas: pagou R$ 89 mil em buffet na Vila Madalena, R$ 300 mil ao chef José Maria Meira e R$ 542 mil em bikes de André Bretas, campeão de mountain bike.
A gastança de Vorcaro, registrada até pouco antes da prisão, mostra um estilo de vida ostentatório que acabou despertando todos os alertas da PF.




