Após a ação militar dos EUA na Venezuela que culminou na prisão de Nicolás Maduro, um fato foi relembrado nas redes sociais. A fala do líder do MST, João Pedro Stédile, sobre o envio de brigadas de militantes à Venezuela. Em outubro de 2025, Stédile disse que brigadas de militantes da América Latina estavam se organizando para ir à Venezuela diante da tensão crescente com os Estados Unidos naquela ocasião.
A proposta chegou inclusive a ser aprovada durante o Congresso Mundial em Defesa da Mãe Terra, realizado em Caracas entre os dias 8 e 10 de outubro, com delegações de 65 países.
“Nós, movimentos da América Latina, vamos fazer reuniões e já estamos fazendo consultas para, no menor prazo possível, organizar brigadas internacionalistas de militantes de cada um dos nossos países para ir à Venezuela e nos colocarmos à disposição do governo e do povo venezuelano”, disse Stédile em entrevista à Rádio Brasil de Fato, em outubro de 2025.
O líder do MST afirmou na época que os militantes não possuíam preparo militar, mas poderiam atuar de outras formas: “Podemos fazer mil e uma coisas, desde plantar feijão e fazer comida para os soldados a estar ao lado do povo se houver uma invasão militar dos Estados Unidos.”




