Foto: Massimo Percossi
O índice de pobreza entre a população urbana da Argentina ficou em 38,1% no segundo semestre de 2024. O dado representa uma queda de 14,8 pontos percentuais em relação à taxa registrada no primeiro semestre.
Um relatório divulgado, nesta segunda-feira (31), pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) mostra que o índice de indigência ficou em 8,2% da população no segundo semestre do ano passado, 9,9 pontos abaixo da taxa registrada no semestre anterior.
A taxa de pobreza caiu 3,6 pontos percentuais no segundo semestre do ano passado em relação à medição feita no mesmo período em 2023, enquanto a de indigência recuou 3,7 pontos.
A população mais afetada pela pobreza foi a de crianças de até 14 anos de idade, na qual a taxa de pobreza foi de 51,9% e a de indigência foi de 11,5%.
A medição leva em conta apenas o padrão de vida nos 31 centros urbanos mais populosos do país, o que abrange 29,8 milhões de pessoas de uma população total na Argentina de cerca de 47 milhões de pessoas.
A taxa de pobreza caiu 3,6 pontos percentuais no segundo semestre do ano passado em relação à medição feita no mesmo período em 2023, enquanto a de indigência recuou 3,7 pontos.
A população mais afetada pela pobreza foi a de crianças de até 14 anos de idade, na qual a taxa de pobreza foi de 51,9% e a de indigência foi de 11,5%.
A medição leva em conta apenas o padrão de vida nos 31 centros urbanos mais populosos do país, o que abrange 29,8 milhões de pessoas de uma população total na Argentina de cerca de 47 milhões de pessoas.
De acordo com o relatório do Indec, observou-se que, em relação ao semestre anterior, durante o segundo semestre de 2024 a renda total das famílias aumentou em média 64,5%, o valor da cesta básica de alimentos subiu 22,2%, e o valor da cesta básica total de alimentos e serviços (CBT) aumentou 26,7%.
A medição oficial tem suas limitações: não atinge toda a população, não inclui despesas com aluguel, nem leva em conta despesas específicas de determinados grupos – como os idosos – ou dimensões que vão além da renda, como o acesso efetivo à água potável, educação e serviços de saúde.
Informações da EFE